De: Babbel Support support@babbel.zendesk.com
Data: 7 de Agosto de 2014 às 13:31:35 CEST
Para: Rui Faustino
Assunto: Re: Language course
Responder-Para: Babbel Support##- Please type your reply above this line -##
Ticket #1263488 – Language courseCameron Banks, 07 Aug 13:31:
Hello Rui,Thank you for your reply and further feedback. I’m sorry to hear that you do not agree with our language classifications.
Your feedback has been duly noted. We always appreciate hearing the opinions of our users and keep these in mind when making changes and improvements to Babbel.
Kind Regards,
Cameron
Babbel Customer Service————————————- Rui Faustino, 07 Aug 12:06:
Dear sirs,Thank you for your answer.
Portuguese is an universal language. An idiom should be taught based on what it is, de facto, and not on regional accents. Again, I realize that your argument is based on pure populism and ignorance. One would not teach Texas English because if, than both teacher and school would just be exposed to the utmost academical ridiculous.With best regards,
Rui Faustino
————————————- No dia 07/08/2014, às 11:35, Babbel Supportescreveu:
Ago 07 2014
«Really pissed off» [Rui Faustino versus Babbel]
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Ago 06 2014
“A triste anedota” [por João Roque Dias, Facebook, 06.08.14]
A TRISTE ANEDOTA DA ORTOGRAFIA EM PORTUGAL
No ponto 7 da Resolução n.º 8/2011 do Conselho de Ministros (que pôs em marcha o aborto ortográfico em Portugal) lê-se:
«Determinar a criação de uma rede de pontos focais para acompanhamento da aplicação do Acordo Ortográfico composta por um representante nomeado por despacho do membro do Governo responsável pela área dos negócios estrangeiros, das finanças, do procedimento legislativo, da educação, do ensino superior, da cultura e dos assuntos parlamentares.»
TRÊS ANOS DEPOIS:
1. Alguém conhece UM despacho com estas nomeações?
2. Alguém conhece o nome dos “focalistas ortográficos”?
3. A Academia das Ciências já se insurgiu contra isto?
4. Cavaco (que gosta de encher a boca com a Língua Portuguesa) já chamou alguém a Belém?
5. Os deputados já fizeram alguma coisa?
6. O ILTEC já começou aos gritos?
7. A Edviges já começou à estalada (a mesma que achava que os alunos fossem prontamente punidos se não escrevessem acordês)?
8. Malaca já falou sobre isto?
9. Os acordistas já se desgrenharam todos?
10. O cibercoiso já rasgou as vestes?Até quando iremos ver o Estado a gozar com a ‘res publica’ e com todos nós?
[Transcrição integral de um “post” no grupo Facebook “Acordo Ortográfico Não“, da autoria de João Roque Dias, publicado em 06.08.14. “Links” acrescentados por nós.]
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Ago 06 2014
«Os professores não sabem escrever ou ignoraram o AO90?» [“Público”, 05.08.14]
Os professores não sabem escrever ou ignoraram Acordo Ortográfico?
MARIA JOÃO LOPES 05/08/2014 – 21:58
Há quem considere “preocupante” que professores dêem erros, que não há desculpas. Mas também há vozes que questionam as “condições” em que a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) dos docentes foi feita e que dizem que os erros registados no exame se devem a casos em que não foi respeitado o novo Acordo Ortográfico, o que era penalizado.
Certo é que mais de seis em cada dez docentes deram erros ortográficos e isso está a gerar polémica. “São dados preocupantes”, diz João Costa, professor da Universidade Nova e antigo presidente da Associação Portuguesa de Linguística, para quem as condições em que a prova foi feita, marcada por boicotes e tumultos, ou o facto de no exame só ser considerada correcta a grafia que segue o novo acordo, não desculpam os números.
Na PACC, cujos resultados foram divulgados na segunda-feira e na qual 85,6% dos candidatos passaram, uma das partes implicava escrever um texto. Neste grupo, 62,8% das respostas acusaram um ou mais erros ortográficos; 66,6% um ou mais erros de pontuação; e 52,9% um ou mais erros de sintaxe.
“Pressupõe-se que um aluno à saída do ensino secundário seja capaz de escrever sem erros, parece-me natural que um professor de qualquer área domine a ortografia, a pontuação e a sintaxe. E a pontuação e a sintaxe não têm a ver com o acordo”, diz João Costa que concorda que os critérios de correcção incluam o novo acordo, uma vez que quem quer dar aulas vai ter de o aplicar nas escolas.
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Ago 05 2014
“Ninguém será abatido, preso ou punido”…
14,4% de “reprovados” na “prova de avaliação dos professores contratados” por “erros ortográficos”. Aliás, 62,8% do total de examinandos registaram “mais de três erros ortográficos” nesta “prova”.
Como se vê, o AO90 não é obrigatório (e “ninguém será abatido, preso ou punido se não aderir às novas normas”, dizia o então Ministro da Cultura em 19.08.08) mas serve para “reprovar” professores (e alunos, claro) que não escrevam em acordês.
[Gravação de notícia da RTP (“Jornal da Tarde”), emitida consecutivamente no canal RTP Informação ao longo do dia 05.08.14]
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Ago 02 2014
«O verdadeiro problema ortográfico» [Sírio Possenti, “Instituto Ciência Hoje” (Brasil), 25.07.14]
O verdadeiro problema ortográfico
“Problemas de escrita não podem ser controlados por lei”, defende o linguista Sírio Possenti em sua coluna de julho, referindo-se ao novo projeto de reforma que tramita no Senado brasileiro com o fim de simplificar a ortografia.
Por: Sírio PossentiPublicado em 25/07/2014 | Atualizado em 28/07/2014
‘Ubaldo, Fidel e o lápis’, José de Souza Martins conta que João Ubaldo Ribeiro e ele tinham um interesse comum: o uso popular de palavras ‘novas’, “que chegam às pessoas comuns através da tevê, do rádio e da publicidade”. Informa que Ubaldo tinha uma ‘besteiroteca’, que incluía exemplos como “Parabéns grassa você é muito espessial”, “Deus potrêja esta casa”, “Vende-se filhote de lavrador”, “Vende-se colchão altopédico”.
Primeira observação: uma das coisas que mais me espantam é que intelectuais de alto gabarito não tenham informações elementares sobre questões elementares de linguagem, que estão em qualquer manual que um calouro de letras pode ler (em verdadeiras faculdades de letras, não em colegiões).
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