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— cAOs —


«As asneiras (…) citadas não foram detectadas em meros, modestos, blogs ou páginas de Facebook de jovens ortograficamente inexperientes, iliteratos e ignorantes. Estavam e estão em sítios oficiais de importantes instituições e empresas, públicas e privadas, incluindo estabelecimentos de ensino superior e órgãos de comunicação social.

Para saber quem “escreveu” o quê deve-se ir ao sítio da ILCAO e consultar o inacreditável “inventário” em constante actualização. Que constitui uma prova irrefutável e definitiva deste “apocalise abruto”, deste “cAOs” ortográfico – e, consequentemente, também comunicacional, cultural e educativo – que está a alastrar em Portugal. Será definitivo? Ou, pelo contrário, será contido e até revertido? De Belém e de S. Bento espera-se uma resposta. Urgentemente.»

Octávio dos Santos, “Público”, 13 de Março de 2015

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4 comentários

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  1. Isabel Coutinho Monteiro

    “se-mi-rê-ta”? Que raio será isso?

  2. Isabel Coutinho Monteiro

    “Adetos”? Ó senhores acordistas! Vamos lá a ver se a gente se entende. Gostam do AO90? Querem aplicá-lo? Pois bem, porque não começam por o estudar? Quando se defende uma “dama”, trata-se bem. Certo?

  3. maria ribeiro

    café da manhã??? não sou adeta e confesso que até tenho dores adominais , só de ler esta estupidez

  4. Um editor que ganhou muito dinheiro vendendo dicionários a otários

    Avertência ilariante e inteletualmente expetorante:

    Andaram esfínteres seletos a erutar cheios de suntuosa e umida manificência.
    Cansados de tanta critografia, maquiaram-se e fizeram disseções e dianósticos, convitos que a grafia estava corruta e os dialetos e as dições deviam ser elipsados.
    Patuaram um acordo tal que nunca a via látea (Egito incluído) tinha assistido a tanta manífica intetualidade.
    Nada ficou intato: até a samarreta passou a ter uma prima chamada semirreta.
    Só se esqueceram duma coisa: tirar o hífen ao x-ato, que assim ficava menos xato escrevê-lo.

    PS: Duma coisa estou convito: infelizmente isto não é uma fição, é simplesmente uma deceção.

  1. «Da resistência ao aborto gráfico» [de “Bic Laranja”] | Apartado 53

    […] do governo, alambazado aos dicionários, mina tudo para embrutecimento do indígena. Ele é ver o índex das asneiras compilado pelo confrade J.P.G. da I.L.C.. A única asneira que lá falta — a pior, a meu ver […]

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