Dicionário Larousse de “Brasileiro”-Francês [Paris, Maio de 2012]

Mini dictionnaire français-brésilien/brésilien-français
Collectif
Dictionnaire et encyclopédie (broché). Paru en 05/2012

En Stock

Débutants et voyageurs vont apprécier cette collection de dictionnaires bilingues toujours aussi compacts et économiques : présentation graphique moderne, texte en couleur, encadrés d’informations pratiques, guide de communication complet et plus de 30 000 mots et expressions actualisés. Une invitation au voyage à prix mini…

[Imagem e texto copiados do “site” da Larousse.]

[Info de Maria José Abranches]

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Onde assinar a ILC: Casa Municipal da Cultura, Coimbra

Casa Municipal da Cultura - exteriorSituada na Rua Pedro Monteiro, a Casa Municipal da Cultura é um dos pontos de passagem obrigatória no mapa cultural de Coimbra. O espaço integra diversas valências, designadamente, a Sala Francisco Sá de Miranda, uma Sala Polivalente e uma galeria de exposições – a Galeria Pinho Dinis. É também na Casa Municipal da Cultura que está instalada a Biblioteca Municipal de Coimbra, que integra a Biblioteca Infantil/Ludoteca, a Imagoteca, a Fonoteca, uma Secção para Deficientes Visuais, uma Hemeroteca, acesso internet, a Sala de Leitura, o Gabinete de História da Cidade, a Galeria das Doações e a Videoteca.

Casa Municipal da Cultura - recepçãoA partir de agora a Casa Municipal da Cultura é também um local onde poderá subscrever a ILC pela revogação do Acordo Ortográfico. Como acontece com a maior parte dos nossos pontos de subscrição, a Casa da Cultura disponibiliza impressos de subscrição e recolhe subscrições. Deste modo, poderá subscrever a ILC no local e entregar o impresso preenchido na recepção, na certeza de que ele chegará ao seu destino. O documento com a “exposição de motivos” da ILC está também disponível para consulta na recepção, podendo ser solicitado à recepcionista de serviço.

Ver mapa de locais de subscrição.

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«Acordo Ortográfico» [José Pacheco Pereira, “blog” Abrupto, 29.09.12]

«Estamos para com o Acordo Ortográfico, uma aberração sem sentido que não merece sequer que se lhe discuta qualquer mérito, como se esteve para com o disparo do défice e da despesa pública: deixa-se andar e depois vê-se no que dá. Já sabemos o que deram o défice e a dívida. A única força que sustenta o Acordo é a mesma que condenou o país a esta crise profunda: inércia. Está na altura de lhe bater o pé com força, e a causa contra o Acordo até na rua terá sucesso. Bem que o Acordo podia ir junto com a TSU fazer companhia à meia hora de trabalho suplementar.»

José Pacheco Pereira

In “blog” Abrupto, 29 de Setembro de 2012

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«A recepção da recessão» [Rui Miguel Duarte, “Público”, 29.09.12]

São duas as ordens de razões com que os defensores Acordo Ortográfico de 1990 (AO90) sustentam a sua causa: (1) o critério fonético — escrever como se pronuncia, sendo que a escrita deverá ser o testemunho, tão fiel quanto possível, da pronúncia (“Nota explicativa” [NE] n.º 3 apensa ao AO90). (2) a unificação da grafia numa língua que se pretende de comunicação internacional, pelo facto de ter dois padrões escritos (cf. os dois parágrafos finais da NE n.º 2). Concomitantemente, é costume porem em questão o argumento da etimologia, alcunhando-a de “falácia”. E citarem a autoridade de um linguista como António Emiliano, da Universidade Nova de Lisboa, conhecido opositor ao AO90, e as suas reservas no tocante a tal argumentação. No meu artigo “As razões das raízes”, publicado nas páginas deste jornal no passado 17 de Agosto, reconheci, sem reservas, “que a etimologia sofreu desde a reforma de 1911 diversos ataques que a fizeram recuar, com privilégio da aproximação à fonética, afinal o argumento mais utilizado pelos paladinos do AO90”. Com efeito, muitas e complementares podem ser as razões contra o AO, embora possam umas na actual conjuntura ter mais peso do que outras. Considero a actual norma, de 1945, uma base de trabalho suficientemente aceitável; e, como classicista, assumo a causa da memória etimológica ainda restante como uma reserva… “ecológica”. Devemos até lembrar-nos de que antes de a representação se reportar ao significante fónico, os sistemas gráficos primevos constituíam a tentativa de representar ideias. Defendi que a palavra escrita, mais do que um meio, é também objecto de pensamento e reflexão, ela é o mistério a perscrutar.

“Hic et nunc”, porém, é no tocante a estas razões fundantes da defesa do AO90 que pretendo aportar alguns pontos para sede de reflexão. Em primeiro lugar, contrastivamente, é o próprio AO90 que justifica a manutenção do “h” inicial, a única consoante verdadeiramente muda e desempregada do nosso alfabeto, “por força da etimologia” (Base II 1.º a), violando o princípio fonético! Dito de outro modo: o AO90 marca um golo na baliza adversária e no lance seguinte marca outro, na própria.

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