Onde assinar a ILC: Casa Municipal da Cultura, Coimbra

Casa Municipal da Cultura - exteriorSituada na Rua Pedro Monteiro, a Casa Municipal da Cultura é um dos pontos de passagem obrigatória no mapa cultural de Coimbra. O espaço integra diversas valências, designadamente, a Sala Francisco Sá de Miranda, uma Sala Polivalente e uma galeria de exposições – a Galeria Pinho Dinis. É também na Casa Municipal da Cultura que está instalada a Biblioteca Municipal de Coimbra, que integra a Biblioteca Infantil/Ludoteca, a Imagoteca, a Fonoteca, uma Secção para Deficientes Visuais, uma Hemeroteca, acesso internet, a Sala de Leitura, o Gabinete de História da Cidade, a Galeria das Doações e a Videoteca.

Casa Municipal da Cultura - recepçãoA partir de agora a Casa Municipal da Cultura é também um local onde poderá subscrever a ILC pela revogação do Acordo Ortográfico. Como acontece com a maior parte dos nossos pontos de subscrição, a Casa da Cultura disponibiliza impressos de subscrição e recolhe subscrições. Deste modo, poderá subscrever a ILC no local e entregar o impresso preenchido na recepção, na certeza de que ele chegará ao seu destino. O documento com a “exposição de motivos” da ILC está também disponível para consulta na recepção, podendo ser solicitado à recepcionista de serviço.

Ver mapa de locais de subscrição.

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4 comentários

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    • Hugo X. Paiva on 4 Outubro, 2012 at 18:44
    • Responder

    «Um acordo que divide» [Teresa Cadete, semanário “O Diabo”, 25.09.12]

    10. Como é que o cidadão comum pode opor-se ao AO?

    Atenção, há quem goste do AO, como há quem goste de salsichas… Quem se opõe visceralmente pode armar-se com os apetrechos da imaginação – é delicioso desobedecer a, e contrariar, normas imbecis! Não dou receitas de propósito: que cada pessoa descubra as suas. A resistência ao AO tem de passar por todos os momentos. Já falei da ILC, dos debates cívicos. Pode ser uma oportunidade para poupar dinheiro em livros e valorizar os que se tem em casa. E para cultivar as línguas estrangeiras, quanto mais não seja para sentir como somos europeus, com raízes greco-latinas comuns. Sobretudo, é muito importante que os editores acabem por verificar que os negócios chorudos com que estavam a contar eram como a fábula da leiteira e do pote partido: que brasileiros querem ler “perspetivas” de “aspetos”, quando têm e terão sempre outras percepções? E ainda não falámos dos países africanos…

    • Hugo X. Paiva on 4 Outubro, 2012 at 18:53
    • Responder

    Segundo o levantamento, feito por 25 linguistas, 190 línguas indígenas correm risco de desaparecer no Brasil, sendo que 45 delas foram classificadas na categoria de risco mais elevado.

    As línguas são classificadas segundo 5 categorias de risco : vulneráveis, em perigo, seriamente em perigo, em situação crítica e línguas mortas.

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/02/090219_atlas_linguas_aw.shtml

    • Jorge Ferreira on 5 Outubro, 2012 at 2:06
    • Responder

    Fico muito satisfeito por saber que o número de locais onde se recolhem assinaturas continua a aumentar.

    É preciso continuar este trabalho de divulgação da ILC porque ainda há muitos portugueses que desconhecem a iniciativa, embora estejam contra a aberração ortográfica. Tenho-me apercebido disso junto das pessoas com que ocasionalmente vou falando (e a quem deixo ficar ficar um folheto e impresso).

    Obrigado

    • Hugo X. Paiva on 5 Outubro, 2012 at 7:09
    • Responder

    Meu caro Jorge Ferreira: a ignorancia é total.Toda a gente que tenho abordado,não sabe o que se está a passar,e,há gente que pensa que eu estou a brincar.O pessoal aqui nem sonha que pode ter opinião valida.Vivem no conceito de “eles é que sabem”.A divulgação é urgente.Terminar a lingua é obliterar a existencia de uma obra que já leva 800 e tal anos.Se um imbecil,ou dois, decidem dar um tiro no pé,pois que sigam o seu caminho,jamais em tempo algum,nos deixaremos arrastar por semelhantes paranóias.
    Creio.

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