Bechara, um mentiroso compulsivo!

Evanildo Bechara é imortal. Desde 2000, ocupa a cadeira de número 33 da Academia Brasileira de Letras. Mas, aos 84 anos, mantém – com o vigor do menino que, aos 11, órfão de pai, saiu de Recife rumo ao Rio de Janeiro para completar seus estudos na casa de um tio-avô – dois hábitos inabaláveis: andar de ônibus e almoçar diariamente no Toledo, restaurante por quilo vizinho de frente à Casa de Machado de Assis, no centro do Rio de Janeiro, só para ouvir histórias da vida real.

Guilherme Gonçalves/ABL/Divulgação

‘A língua não se concentra na norma padrão nem na coloquial. Ela permite as variações‘, diz Bechara.~

Hoje autoridade máxima no Brasil quando o assunto é o novo acordo ortográfico, ele – que é autor da Moderna Gramática Brasileira – se prepara para celebrar o fim do trema: “Tiramos um peso dos ombros de quem escreve. Longe de ser um prejuízo, é um lucro”.

A partir de 1º de janeiro de 2013, além do trema, também se vão o acento agudo de “ideia” e o circunflexo de “voo” e “enjoo”. O alfabeto passará a ter 26 letras, ao incorporar “k”, “w” e “y”.

A data marca a entrada definitiva no Brasil da nova ortografia da Língua Portuguesa – cujas normas foram organizadas pela ABL na quinta edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

As regras não são novas. Estão em vigor desde janeiro de 2009 [Mentira: isso foi só no Brasil], quando o Brasil e os demais membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa – Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste – concordaram [Mentira: isso foi só a assinatura do AO em 1990] em uniformizar a grafia das palavras [Mentira: não há “uniformização” alguma].

Os brasileiros tiveram quatro anos para se adequar. Durante esse período, tanto a grafia anterior como a nova foram aceitas oficialmente. Mas, a partir de ano que vem, concursos e provas escolares passam a cobrar o uso correto da nova ortografia. Documentos e publicações também deverão circular adaptados às novas regras.

O Brasil, diz Bechara, está preparado para receber as novas regras em definitivo. “Para o grande público, a ortografia está ligada à memória visual. Escrevemos as palavras como as vemos escritas. Hoje, vamos ao aeroporto e já vemos a palavra voo sem aquele acento circunflexo que se usava.”

Ainda há, no entanto, muitos desencontros. Às vésperas de o acordo entrar em vigor, a senadora Ana Amélia propôs que o Brasil avance mais devagar na sua implantação. Ela é autora de um projeto que estende por mais seis anos, até o fim de 2019, o período de adaptação das novas regras. Como a proposta ainda está parada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa e não há tempo hábil para a tramitação, a senadora pediu audiência com Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil, para tratar do assunto. O pedido ainda está sem resposta.

Em Portugal, que tem até dezembro de 2014 [Mentira: o prazo é 31.12.2015, cf. n.º 2 da RAR 35/2008] para concluir o processo de implantação da nova grafia, a resistência ao acordo é ainda maior. A polêmica se intensificou depois que o poeta Vasco Graça Moura, ao assumir o cargo de diretor do Centro Cultural de Belém – uma das mais importantes instituições culturais do país -, determinou que fosse suspensa a aplicação das novas regras nos serviços sob sua tutela. Circula também na internet uma petição [Mentira: não é uma “petição”, é uma ILC (e não circula apenas na Internet)] para que o parlamento português vote o fim do acordo. “É claro que sabemos que toda mudança de hábito traz certa ojeriza a quem é obrigado a mudar, mas vale a pena o sacrifício. Uma língua que tem uma só ortografia [Mentira: não existe “uma só ortografia do Português, com ou sem AO90″] circula no mundo com mais facilidade”, garante Bechara.

A seguir, os melhores momentos da conversa.

A partir de 1º de janeiro passam a vigorar, definitivamente, as novas regras do acordo ortográfico. O Brasil está pronto para ele?
Ortografia é só a vestimenta das palavras. Quando se faz um acordo ortográfico, não se mexe na língua, se mexe apenas na roupagem das palavras. Desde 1911, Brasil e Portugal tentam aproximar seus sistemas de grafar palavras [Mentira: as tentativas foram apenas do lado português]. Tivemos quatro anos para nos adaptar e eles foram suficientes. Principalmente, graças à imprensa, que abraçou o novo sistema.

O acordo se efetivou?
Sim, porque a ortografia, para o grande público, está ligada à memória visual [Mentira: não é só a isso que a ortografia “está ligada”]. Escrevemos as palavras como as vemos escritas. [Mentira: não copiamos o erro] Como a imprensa e os livros começaram a usar o sistema desde o primeiro ano, as novas grafias das palavras começaram a aparecer. Hoje, vamos ao aeroporto e já vemos a palavra “voo” sem aquele acento circunflexo que se usava. As pessoas vão vendo as palavras sem acento e, na hora de grafar, escrevem sem acento. [Mentira: isso serão apenas ALGUMAS pessoas.] Isso permitiu que o acordo fosse, aos poucos, sendo dominado pelo público em geral. [Mentira: “público em geral” não é medida de nada.].

O que muda, essencialmente, a partir do ano que vem?
Mudam poucas coisas e, nessas mudanças, o Brasil teve de ceder muito mais do que Portugal [Mentira: 1,6% é mais do triplo de 0,5%. Dos seus hábitos de escrita, os portugueses só foram obrigados a abandonar a consoante não articulada, aquela que se escreve, mas não se pronuncia. No novo sistema, o que não se pronuncia não se escreve. [Mentira: “oje, isteria, omem” etc.]

Mas muitos dizem que as palavras mudaram mais em Portugal.
Quando pegamos em números, as mudanças para os brasileiros, de fato, são quase insignificantes: a norma escrita teve 0,43% de suas palavras mudadas. Em Portugal, 1,42%. Por quê? Porque Portugal usa e abusa [Mentira (e arrogância de Bechara): Portugal é um país soberano.] das consoantes que se escrevem, mas não se pronunciam.

E nós vamos conseguir viver sem o trema?
Começamos a aprender a língua pelo ouvido, quando crianças. Depois, aprendemos pelos olhos, porque lemos as palavras. O sistema fonético é anterior ao sistema gráfica [sic]. Ao abolir o trema, tiramos um peso dos ombros de quem escreve. A falta do trema, longe de ser um prejuízo, é um lucro. Deixamos de escrever o trema, mas podemos pronunciar as palavras da maneira como estamos acostumados a ouvi-las.

Quais são os benefícios do novo acordo para o Brasil?
O benefício do novo acordo não é só para o Brasil. Quando o sistema ortográfico começou a ser estudado, a preocupação era apenas facilitar a escrita [Mentira], portanto o movimento de simplificação ortográfica [Mentira: não houve “movimento” algum] ajudava a pedagogia da língua [Mentira]. Há também um fator de maturidade [Mentira]. Uma língua não pode ter duas ortografias oficiais [Mentira: ver os casos do Inglês, do Francês e do Castelhano] – como acontece hoje, em que temos a do Brasil e a de Portugal. [Verdade, para variar: continuamos a ter duas ortografias, de facto, apesar do AO90.]

O fator comercial também foi levado em consideração?
Claro. O valor econômico e político da língua foi um dado importante para a unificação ortográfica. [Mentira: isso foi só para a feitura do AO90, não houve nem haverá “unificação” alguma.] Em qualquer área em que seja usada, tanto no Brasil, como em Portugal ou na África, a língua portuguesa será grafada de uma só maneira [Mentira: de novo a mesma patranha, ver acima]. Isso significa que um livro editado em português pode correr todos esses países, porque a ortografia é a mesma [Mentira, mentira, mentira (idem)].

Mesmo com as diferenças sendo tão pequenas?
Mesmo que pequenas [Mentira], as diferenças entre o português escrito no Brasil e o de Portugal fazem com que um livro publicado no Brasil seja reeditado nos outros países de língua portuguesa para poder ser comercializado [Mentira]. Isso aumenta o custo da produção [Mentira]. Uma ortografia unificada só serve para dar lucro.

Vale a pena.
É claro que sabemos que toda mudança de hábito traz certa ojeriza a quem é obrigado a mudar, mas vale a pena o sacrifício [Mentira]. Uma língua que tem uma só ortografia circula no mundo com mais facilidade [Mentira]. Repercute não só no comércio da língua, mas também em sua qualidade cultural [Mentira].

Mesmo assim, o acordo não é unanimidade. No Senado, por exemplo, há um movimento que propõe que o Brasil avance mais devagar na implantação das novas regras.
Esse movimento do Senado gorou [Mentira]. Na visão da Academia, esse assunto está encerrado desde que o acordo foi assinado [Mentira]. Se o movimento que quer brecar a entrada definitiva do acordo avançar, o que acredito não ser possível pela falta de tempo [Mentira], o sistema começará a ser desacreditado. Qualquer mudança só seria aconselhável depois que ele entrasse em vigor.

Portugal tem até o final de 2014 [Mentira: 31.12.2015, ver acima.] para se adaptar às novas regras, mas lá o acordo ainda enfrenta muita resistência.
Um dos grandes inimigos do acordo é o poeta Vasco Graça Moura, mas a discordância só está nos jornais. [Mentira: todas as sondagens dizem o contrário.] Há uma grande corrente da imprensa que já usa o acordo [Mentira], mas existe uma minoria que prefere não usar [Mentira]. É só isso [Mentira].

Paralelamente à simplificação da ortografia, há um movimento em defesa do uso coloquial da língua em detrimento da norma culta. Na última prova do Enem, algumas questões trouxeram, em seus enunciados, o uso oral, mas foi exigida a norma padrão na redação. O que o senhor acha disso?
A língua se apresenta muito variada para atender os compromissos do homem erudito, da pessoa escolarizada e também do analfabeto. Todos se servem da língua para a comunicação. A língua não se concentra nem na norma padrão, nem na norma coloquial. Ela permite as variações. A língua padrão não é contra a coloquial e vice-versa. Já em uma prova do Enem, na qual se busca saber a competência de um jovem que passou tantos anos na escola, a preocupação não deve ser a língua coloquial, mas, sim, a padrão.

Ver também um “post” anterior em que o mesmo Bechara demonstra de forma igualmente espectacular a sua patologia (os mentirosos compulsivos sofrem de uma patologia clínica comprovada), com o título ”O ACORDO ORTOGRÁFICO É MAIS DIFÍCIL PARA OS BRASILEIROS DO QUE PARA OS PORTUGUESES”.

[Transcrição integral (anotada) de entrevista publicada no jornal brasileiro “Estadão” em 12.11.12. “Links”, destaques, sublinhados e anotações de nossa autoria.]

[“Disclaimer”: os conteúdos publicados na imprensa ou divulgados mediaticamente que de alguma forma digam respeito ao “acordo ortográfico” são, por regra e por inerência, transcritos no site da ILC já que a ela dizem respeito (quando dizem ou se dizem) e são por definição de interesse público (quando são ou se são).]

[Imagem (recorte) do “blog” Fut Notas.]

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«Contra fatos: os argumentos» [F.M.V., “Público”, 13.11.12]

Qual será a razão para um escrevente, falante de português europeu e utilizador, por imitação, por gosto ou por imposição, do Acordo Ortográfico de 1990 (AO90) não grafar o C de facto? Por exemplo: “união de fato”. Sim, de fato. Quem diz “união de fato”, poderá também dizer “pressupostos de fato e de direito”, “alterações de fato e de direito”, “razões de fato e de direito”, “fundamentos de fato e de direito” ou “situações de fato…”. E de direito. De fato e de direito. Até mesmo “fatos imputáveis”. Qual o motivo para “tempo médio de contato”, “contatos e horários de atendimento”, “ajustamentos sem impatos” ou “impato praticamente nulo”? Em suma, qual a causa desta aversão a facto, contacto e impacto? Em meu entender, tais supressões consonânticas poderão explicar-se por o escrevente:
a) julgar que, ao abrigo da base IV do AO90, as consoantes C e P, quando em posição pós-vocálica e em final de sílaba, serão sempre suprimidas, independentemente de se pronunciarem ou não: se FACto, então, FAto, se conTACto, então, conTAto, se imPACto, então, imPAto;
b) acreditar que, ao abrigo do AO90, deve seguir sempre a prática brasileira (fato, contato) ou aquela que erradamente julga ser a prática brasileira (*impato);
c) admitir que, em português europeu, as consoantes C e P, nas condições mencionadas em a), não se pronunciam e, seguindo o “critério fonético (ou da pronúncia)” da base IV do AO90, não as grafa.

Estas hipóteses poderão ser o reflexo quer da confusão criada pela Nota Explicativa do AO90, ao contemplar “facto e fato” e deixar o fardo dum esclarecimento “tanto quanto possível” aos “dicionários da língua portuguesa, que passarão a registar as duas formas em todos os casos de dupla grafia”, quer da forma como o Poder se deixou enredar em equívocos, prescindindo da agradável leitura dos pareceres que solicitou e mandando aplicar o AO90, em vez de previamente tentar percebê-lo.

É importante sublinhar que a fonte, ou o poço, destes fatos, contatos e impatos não é um papelucho capaz de deixar Carlos da Maia num espanto furioso e mudo. Estes fatos, contatos e impatos não são excessos de palhada encomendada a foliculário, por isso, mais imóveis entre as acácias nos deixam. Estão inscritos no Diário da República (DR), que tenta, desde 1/1/2012 e de forma atabalhoada, adoptar o AO90, não tendo a desastrosa experiência de 21/7/2010 servido de exemplo: uma fuga para a frente do conselho de administração do Banco de Portugal, que decidiu arriscar uma redacção AO90 do Relatório e Contas de 2009, com um amargo bónus de cinco impato e um impatos.

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Simetria de opiniões quanto ao AO90

Basta substituir:

brasileiro < – > português

Brasil < – > Portugal

Resta a pergunta: afinal, quem quis/quer este acordo ortográfico?

[youtube GyQzYfbD-cE]
[Vídeo sugerido por Acácia]

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Facebook: novo endereço

A página da ILC AO no Facebook mudou de endereço!

Era https://www.facebook.com/NQAO90

Passa a ser https://www.facebook.com/ILCAO90

Basta um “Like/Gosto” na nova página para continuar a receber automaticamente todas as novidades da ILC no seu “mural”.


O que aconteceu?

A página https://www.facebook.com/NQAO90, à semelhança de todas as do mesmo género, ou seja, aquelas que serviam como reflexo e gestão das respectivas na aplicação “Causes”, foi integrada unilateralmente pelo Facebook na dita aplicação (que é externa ao sistema Facebook).

Assim, foram liminar (sem aviso nem motivo) e automaticamente retirados aos administradores as suas ferramentas e poderes de gestão da página referida. É por isto mesmo que se torna agora impossível inserir ali qualquer espécie de conteúdo, modificar, adicionar, retirar ou gerir seja o que for.

Por conseguinte, e como forma de contornar o problema, pede-se a todos os membros da Causa Facebook “Não queremos o Acordo Ortográfico” que passem à nossa outra página de administração onde toda a informação continua a ser diariamente actualizada: https://www.facebook.com/ILCAO90

Pode convidar de uma só vez todos os seus amigos no Facebook para o novo endereço. Instale uma extensão Chrome: https://chrome.google.com/webstore/detail/auto-select-all-facebook-/ppcjiigginhdhihbdlejjoekeemjaiml; feito isto verá um novo menu na opção “Select all/Seleccionar todos”.

A Causa agradece.

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O vigésimo premiado

«Rapidamente toda a América Latina estará a falar Português.»

«O Português será a terceira Língua em África.»

«Quanto mais gente falar ou Português ou Espanhol maior é o peso da comunidade latino-americana.»

«Tem de ser o Brasil a assumir seguramente isto porque é o país que deu mais para isto.»

«Na política da Língua também ter uma atenção particular à Língua como factor de conhecimento. E portanto a Língua onde se lê e se publica. E aí eu tenho uma sugestão no livro que é muito ambiciosa mas eu acho que poderá ser, se os países ibero-americanos que já vão mais longe do que o Português, fizerem uma estratégia concertada para a Língua como factor de conhecimento que é a publicação indiferenciada em Português e Espanhol, juntando as duas Línguas. Porquê? [A entrevistadora interrompe: “Juntando as duas Línguas…”] Sim. Nas bases-de-dados científicas, nas revistas e publicando indiferentemente em Português ou em Espanhol. Porquê? Porque se se somar o Português e o Espanhol estas duas comunidades linguísticas ultrapassam o Inglês. [Diz a entrevistadora: “São a primeira, então.”] São a segunda depois do Mandarim. [Entrevistadora: “A segunda…”] Mas são a primeira em termos globais porque o Mandarim é uma Língua localizada geograficamente.»

Hola, compañeros e companheiras, como estan?

Hoy vamos tentar escrever en una léngua nova, pero sencilla e muy formosa, totalmente inventada por um señor que teve un sueño (ou uma pesadilla, depiende da perspectiva/”perspetiva”) consistindo ese dicho sonho em usar simultaneamente el Português y o Castelhano.

No es lindo? Não lhes agrada a ustedes la ideia?

A mi me parece una pequeña marabilla (ou lá como se dice eso en Castellano, digo, en la outra Língua casi igual ao Português de Portugal y ahun más semelhante a el Portugués de Brasil) y deberia certamente la dicha (perdon, castellanos e otros hablantes, es assi que ustedes escriben “dita”?) ser ensinada en todas las escuelas de la lusofonia y da castellanofonia por supuesto.

Además asi, con esta ideia genial do señor Luis, é la suerte grande, El Gordo verdadeiramente, lo que sai a Portugal, cosa maravilhosa, pero que bien, no fué propriamente El Gordo por inteiro, foi solo en proporcion de la população, lo vigésimo premiado, claro, nós somos só 10 milliones, eles son 200 milhões, una batelada de gente para liderar la cosa.

Pués exultemos e divulguemos el facto/”fato” indesmentível: à boleia do Brasil, esa grande potência mundial, vamos nós otros a desarrollar el Portugués en el mundo y entonces con España y la latino-america con nosco, tudo a el molho, bien, vamos a ser la segunda potência linguistica del universo, luego a seguir a el Mandarim, hurra.

Viva la lusocastillofonia!

Y arriba, adelante, vamos a esto que és una pressa!

[“Disclaimer”: O autor deste texto declara não ter conhecimentos suficientes de Castelhano para conseguir escrever umas quantas palavrinhas que seja com um mínimo de correcção (ortográfica), pelo que o dito autor apresenta desde já as suas mais humildes desculpas caso haja nas ditas palavrinhas, como decerto haverá, alguma calinada mais grave. É que, deve confessar o mesmo autor, esta Novilíngua não é mesmo nada fácil…]

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