João Mendes Ribeiro subscreveu a ILC

JOÃO MENDES RIBEIRO
Coimbra, 1960.

Arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (1986), onde leccionou entre 1989 e 1991. Doutorado em Arquitectura, especialidade Teoria e História, pela Universidade de Coimbra, 2009. Professor Auxiliar no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, na cadeira de Projecto. Reconhecido com diversas distinções e prémios: Prémio Architécti, Lisboa, 1997 e 2000; Highly Commended, AR awards for emerging architecture, Londres, 2000; Prémio Diogo de Castilho, Coimbra, 2003, 2007 e 2011; Premis FAD d’Arquitectura i Interiorisme, Barcelona, 2004; Gold Medal for Best Stage Design, 11th International Exhibition of Scenography and Theatre Architecture – Prague Quadrennial 2007, Praga, 2007; Prémio de Arquitectura AICA/MC 2007, Associação Internacional de Críticos de Arte/Ministério da Cultura; IV Prémio Enor, na categoria Portugal, Vigo, 2009. Nomeado para o European Union Prize for Contemporary Architecture – Mies Van Der Rohe Award, Barcelona, 2001, 2005 e 2011; finalista da II e IV Bienal Iberoamericana de Arquitectura e Engenharia Civil, Cidade do México e Lima, 2000 e 2004; finalista dos Premis FAD d’Arquitectura i Interiorisme, Barcelona, 1999, 2001, 2002, 2004 e 2006. Em 2006 foi distinguido pela Presidência da Republica com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique.

Coimbra, Junho de 2011

João Mendes Ribeiro subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Nota: esta publicação foi autorizada pelo subscritor, que nos enviou, para o efeito, a nota biográfica e a foto.

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Paulo Jorge Assunção subscreveu a ILC

Paulo Jorge Assunção é natural de Lisboa, tem 50 anos e é licenciado em Direito.

Após 14 anos de advocacia, dedicou-se exclusivamente ao ensino e à investigação. É, desde 1990, docente no ensino superior, actividade que exerce, actualmente, na Faculdade de Direito da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

Quando soube da Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico, aderiu imediatamente, convicto de que a defesa da Língua Portuguesa é uma Causa Patriótica indeclinável.

Paulo Jorge Assunção é um apoiante e militante de sempre da nossa causa comum, com uma participação abrangente e diversificada que vai desde a recolha de assinaturas à angariação de locais para o efeito, passando pela participação em debates e outras formas de divulgação; foi, inclusivamente, o autor de um Parecer Jurídico sobre a ILC.

Evidentemente, subscreveu também a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Nota: esta publicação foi autorizada pelo subscritor, que nos enviou, para o efeito, a nota biográfica e a foto.

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Batalhar é preciso

«Amanhã estarei na Batalha a recolher assinaturas contra o Acordo Ortográfico… Podem roubar-me a Língua, mas não me calam!»

Daniela Maia
Publicado ontem, 14.10.11, no Facebook.

[Este cartaz foi concebido pela própria Daniela Maia, subscritora e (bravíssima) voluntária da ILC, do Porto. Bem haja!]

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«Que democracia é esta?» [MJA, carta à FENPROF]

Para:
Luís Lobo, chefe de redacção do “Jornal da FENPROF”
José Paulo Oliveira, coordenação técnica e apoio à redacção
Manuel Nobre, autor de “Professor de intervenção!”
FENPROF
SPZS

Caros colegas,

Recebi há dias o Jornal da FENPROF, n.º 253, Setembro 2011, que continua a ser-me enviado, visto permanecer sócia do Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS), com o n.º 643, apesar de reformada desde 2006.

Agradou-me o título – “Por onde anda Abril?” – do editorial do Secretário-Geral, Mário Nogueira. Mas li-o e encontrei a palavra “ruturas”… gralha? Nenhuma indicação, em rodapé, indicando a aplicação do Novo Acordo Ortográfico. Passei à página seguinte: de novo Mário Nogueira, agora sobre a avaliação dos professores. Não, não era gralha, todo este artigo usa o Novo Acordo Ortográfico, sem que a nota habitual nestes casos apareça em baixo.

A minha primeira reacção foi deitar no lixo a revista, e cancelar a minha adesão ao SPZS: o “meu” sindicato é agora uma dependência do Ministério da Educação e Ciência, apressando-se zelosamente a antecipar a aplicação do Acordo, insensível ao valor da nossa língua materna e à indignidade que este Acordo representa para quem ainda se considera português?!

Notei também que nalguns casos havia a mistura das duas grafias, por exemplo, “No Alvo – Acção social escolar” (pág. 24), em que apesar do título todo o texto vem com o Novo Acordo! Para uma professora de Português, que sempre se assumiu e assume como tal, para quem “ortografia” significa mesmo “grafia correcta”, no respeito pela língua, as suas raízes, a sua história, a sua gramática, as suas regras e a sua evolução natural (que não é a do português do Brasil) desculpem-me, mas é insuportável!
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Uma questão política. Só.

«É que isto não é uma questão linguística, é uma questão política.»

Malaca Casteleiro

Jornal Expresso, 20.02.08
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