Caros sócios,
Temos o prazer de informar que na próxima Sexta-Feira, dia 06 de Março, entre as 19h00 e as 20h00, na TVI, haverá um debate sobre o acordo ortográfico. Estarão presentes o nosso Colega António Chagas, em representação da APT, e o Professor Dr. Malaca Casteleiro, acérrimo defensor do novo acordo.
Aguarda-se uma discussão animada.
Mar 05 2015
A “Associação Portuguesa de Tradutores” na TVI (6.ª Feira 06.03.15 às 19 h)
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Mar 05 2015
Valerá “inteletualmente” a “erutação”?
«“Perante várias opções, o desejo coletivo foi o de sermos inteletualmente justos, premiando aquelas que constituem bons exemplos da palavra escrita em poesia“.»
jornal regional “Correio de Azeméis“
«Erutação» (2 ocorrências)
E.M.A. – European Medicines Agency (Europe)
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Mar 04 2015
Um pé-de-meia ao pé de meia raspadinha
Jogos Santa Casa – Raspadinha – Jogo 231- Pé-de-Meia.
pé·-de·-mei·a
substantivo masculino1. Pecúlio.
2. Economias.
Plural: pés-de-meia.
• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: pé de meia.“pé-de-meia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/p%C3%A9-de-meia [consultado em 04-03-2015].
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Mar 04 2015
Um “caminhão” “antibateriano” para “compatação”
«Em particular, isso significa lidar com carro e caminhão bombas e dispositivos de beira de estrada, bem como habilidades básicas de infantaria.»
«analgésico, anódino, antibateriano, antiparasítico, antiespasmódico, (…)»
Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural (R.A. Madeira)
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Mar 03 2015
“Para sempre uma preposição”
Alto e pára o baile!
Este é um caso excepcional. Não integrará o índice cAOs, pela simples (e nada surpreendente) razão de que não existe uma única ocorrência de “para para” na Internet; ou, melhor dizendo, as ocorrências de “para para” que se podem encontrar são todas de “explicações”, qual delas a mais esfarrapada, para tentar enfiar aos portugueses, goela abaixo, essa inacreditável treta de que expressões como “para para pensar” ou “alto e para o baile”, por exemplo, fazem alguma espécie de sentido.
Na primeira imagem temos, com “explicações” a tiracolo e tudo, a tese acordista das 2.ªs, 4.ªs e 6.ªs Feiras: ah, e tal, o contexto “distingue”.
Na imagem seguinte, igualmente com penduricalhos “explicativos”, podemos ler (com alguma dificuldade, porque é preciso não desatar a rir) a tese acordista das 3.ªs, 5.ªs e Sábados: ah, e tal, o contexto “evita a confusão” mas afinal não era preciso evitar a confusão porque não sei quê, há ali uns acentos que não são necessários, ou assim, se não é disso por outra coisa será, depois se vê, seja o que Deus quiser, ámen, adiante.
Na terceira imagem temos uma espectacular demonstração de como são mesmo esfarrapadas as “explicações” acordistas e de como as suas duas teses (das quais descansam ao Domingo, que é Dia Santo) não passam de tergiversações inconsequentes, verborreia tola travestida de paleio técnico a ver se com tais patranhas enganam alguma alminha mais distraída.
O facto é que no Brasil, tanto na “norma culta” como na “inculta”, pronuncia-se a preposição “para” e a forma verbal “pára” exactamente da mesma maneira, com os mesmos exactos sons. Porém, a preposição já caiu em desuso (ou seja, esta já não é uma “consagração pelo uso”, é uma “consagração pelo desuso”) e por isto mesmo os brasileiros eliminam a “confusão” escrevendo como falam. Não há “para para” coisa nenhuma, o que há é “para pra”.

«Assim, a forma verbal “para” deixa de ter acento gráfico, embora conserve a vogal inicial aberta e passa a ser o contexto a distingui-la da preposição simples “para”.
Ora, regra geral, as palavras portuguesas são graves e, por isso, não necessitam de acento gráfico. Antes do novo acordo, acentuavam-se quase todas as que tinham uma correspondente homógrafa, de modo a serem distinguidas. Agora é apenas o contexto que as distingue (…)»
Jornal de Notícias

«O sentido da regra é a simplificação. Pára tem tido acento para não se confundir com a preposição para, mas a verdade é que o contexto normalmente evita a confusão.
Tem de aceitar que as frases que apresenta são todas agramaticais, se considerarmos a grafia para sempre uma preposição.»
Ciberdúvidas

“Blog” O Divã Dellas
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