«Procurando por Guardachuva? www.hotfrog.pt mostra mais de 4 empresas agrupadas por Guardachuva em Portugal. Para encontrar mais empresas relacionadas com Guardachuva, e para filtrar por localidade, use o menu de navegação a esquerda.»
HotFrog (.pt)
Mai 08 2015
«Procurando por Guardachuva? www.hotfrog.pt mostra mais de 4 empresas agrupadas por Guardachuva em Portugal. Para encontrar mais empresas relacionadas com Guardachuva, e para filtrar por localidade, use o menu de navegação a esquerda.»
HotFrog (.pt)
Link permanente para este artigo: https://ilcao.com/2015/05/08/guardachuva-paraquedas-microondas-contagotas/
Link permanente para este artigo: https://ilcao.com/2015/05/07/sintra-para-para-ler-ilhavo-nao-para-ninguem-para-o-benfica/
Mai 07 2015
O Acordo Ortográfico: rejeitar o absurdo
Considero inaceitável que a Associação de Professores de Português não se pronuncie sobre os malefícios que a adopção desta ortografia tem causado em todos os ciclos de ensino.
——————-
Em 1986, as Academias de Brasil e de Portugal elaboraram um projecto que redundou na assinatura oficial de um Acordo, o qual foi alvo de discussão e considerado insensato e, portanto, rejeitado, em 1990. Para tal rejeição serviram de base os pareceres à data elaborados por especialistas (linguistas, gramáticos, filólogos, mas também professores de literatura, escritores, poetas…). Concluiu-se que era grave querer uniformizar a língua.
Como escreveu Vitorino Magalhães Godinho em artigo publicado no Jornal de Letras (n.º 978, de 26 de Março de 2008; artigo — diga-se — absolutamente ignorado pelo Governo, pelo Presidente da República e pela maioria dos agentes culturais): em 1990 decidiu-se “enterrar sem apelo nem agravo o ruim defunto”. Mas volvidos pouco mais de quinze anos, eis que o ruim defunto ressuscitou. Tal sucedeu no mesmo lapso de tempo em que se introduziu — para confusão de alunos, pais e professores e lucro de uns quantos teóricos da linguística e editoras escolares — a famigerada TLEBS, que, tal como o Acordo Ortográfico, e apesar da contestação, não foi eliminada do ensino do Português. Estes dois factos — TLEBS e novo Acordo Ortográfico — são sintomáticos da indigência que campeia na educação.
Pois bem, o Acordo. Como professor de Português e de Literatura Portuguesa, considero inaceitável que a Associação de Professores de Português não se pronuncie sobre os malefícios que a adopção desta ortografia tem causado em todos os ciclos de ensino. Tem-se ensinado português da pior forma possível: apadrinhando a corrupção das palavras seja na grafia, seja nas concomitantes dimensões semântica e morfológica e fonética. Insiste-se, ao mesmo tempo, em leccionar a gramática com base numa terminologia equívoca e muitas vezes errada. Este Acordo Ortográfico e a falácia científica que é a TLEBS são a prova provada de que a Escola se transformou, salvo excepções, num campo propício para se exercer a ideologia dos burrocratas, como disse Herberto Helder…
Link permanente para este artigo: https://ilcao.com/2015/05/07/o-acordo-ortografico-rejeitar-o-abuso-antonio-carlos-cortez-publico-07-05-15/
Mai 06 2015
No Brasil é tudo “traduzido” para “brasileiro”. Mesmo um prémio literário atribuído por uma empresa portuguesa e patrocinado (também) pelo Governo português. “Claro que” ninguém no Brasil jamais entenderia o significado de palavras como prémio, crónica ou contacto e daí a “necessidade” de as “traduzir”.
Link permanente para este artigo: https://ilcao.com/2015/05/06/grande-premio-portugal-telecom/
Mai 06 2015
“Óoauêaió!” Para onde vai a língua portuguesa?
Se em países africanos o português é factor de “unidade”, em Timor se se falar apenas português os jornalistas “não vão perceber”, foi dito no debate “O futuro da língua portuguesa”.
—————-
“Óoauêaió!” A expressão, sem consoantes, usada por surfistas brasileiros para dizer “Olha o barulho aí ó você!”, foi o exemplo dado por Paulo Motta, editor executivo d’ O Globo, para lançar uma questão sem resposta: “Que português falaremos no futuro?”. O que o debate entre directores e editores de jornais de todos os países lusófonos permitiu, esta terça-feira, em Lisboa, foi antes a discussão sobre problemas de afirmação e potencial da língua comum.
Se a pergunta sobre o português do futuro era meramente retórica e a resposta exigiria dotes de adivinhação, os participantes não se furtaram ao desafio lançado pelo moderador, Nuno Pacheco, director-adjunto do PÚBLICO, e disseram como vêem o presente e “O futuro da língua portuguesa” – tema do debate organizado pelo Movimento 2014 – 800 anos da língua portuguesa.
Link permanente para este artigo: https://ilcao.com/2015/05/06/ooaueaio-boa-pergunta/