«tentou, por duas vezes, atear fogo na mesma zona de mato e eucalito, em Avelãs de Cima, Anadia»
jornal “Notícias de Aveiro“
Mai 05 2015
Mais uma zona de “eucalito” e um “sútil” “Antártico”
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Mai 05 2015
Um vírgula seis por cento?
Qual a percentagem de palavras afectadas?
Segundo os dados da Nota Explicativa que acompanha o documento oficial, as mudanças ortográficas afectam aproximadamente 1,6% do léxico da variedade europeia do português e 0,5% da variedade brasileira. Estes números baseiam-se numa lista de 110 000 palavras da Academia de Ciências de Lisboa.
“Guia do Acordo Ortográfico”, Porto Editora
Cientistas portugueses observam diretamente pela primeira vez um exoplaneta
Uma equipa internacional, liderada pelo investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) Jorge Martins, conseguiu detetar diretamente o espetro da luz refletida pela atmosfera do exoplaneta 51 Pegasi b. Martins (IA & Universidade do Porto), o primeiro autor do artigo, explica que, “no ótico, a luz proveniente de um planeta é extremamente reduzida face à da estrela. É por isso que a maior parte dos planetas são detetados por métodos indiretos, isto é, medindo a influência da presença do planeta na luz da estrela”.
A novidade, segundo o investigador, é que, “neste caso, pensamos ter detetado luz da estrela refletida na superfície do planeta, ou seja, estamos a observar o planeta diretamente”.
Imagem e citação de Cientistas portugueses observam diretamente pela primeira vez um exoplaneta | Sul Informação
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Mai 04 2015
“Sutilmente”, uma “perceção” ligeiramente “impercetível”
«Proposto pelo estúdio Work Order, o “T” foi sutilmente alterado, incluindo um símbolo de play.»
“Imagens de Marca“
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Mai 04 2015
O domínio “conitivo” na Madeira (Portugal)
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Mai 04 2015
«O direito de ser atropelado» [Maria Filomena Molder, “Público”, 04.05.15]
O direito de ser atropelado
Maria Filomena Molder
Ao contrário do que diz, a escrita é um repositório de enxames de significações ancoradas em redes etimológicas e um tesouro da memória. Na medida do possível, a ortografia deveria evitar o seu apagamento.
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No passado dia 14 de Abril realizou-se na Faculdade de Letras da UL um Fórum Pela Língua Portuguesa, diga NÃO ao “Acordo Ortográfico” de 1990, cujo cartaz suscitou reacções sensíveis por parte do “Ciberdúvidas”.
Além de apontar para um erro ortográfico, a saber, a falta de um hífen e de um ponto em 3ªfeira – o que, no meio do caos generalizado e serenamente ignorado, soa a lágrimas de crocodilo –, remeteu o leitor para a reacção do historiador Paulo Pinto publicada no blogue “Jugular”, e ainda para um artigo do mesmo autor publicado em 2013 no nº 177 da Revista Brotéria.
Fui ler. Quanto ao primeiro texto, o historiador converteu-se em director de consciência dos autores do cartaz e promotores do Fórum, acusando-os de enxovalhar a inocência do AO90. Ora, nós sabemos bem que só depois da aplicação experimental do AO90 estes erros monstruosos – “pato de regime”, “abruto”, “apocalise”, “pseudo-inteletual”, “fatos ocorridos”, “deixe o seu contato”, etc. – começaram a surgir nos documentos oficiosos e institucionais, bem como nos meios de comunicação. A lista é devastadora. Há quem a tenha actualizado: Fernando Venâncio, “O ACORDISMO EM NEGAÇÃO”, por exemplo. Só não vê quem não quer. É o caso do “Ciberdúvidas” e do historiador Paulo Pinto, que passam por tais provas incontestáveis como cães por vinha vindimada.
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