Um “Apocalise” que é “suntuoso” em “otanagem”

apocalise

«Uma visão do Apocalise – Verdi e Michelangelo»
http://palcoprincipal.sapo.mz/bandasMain/culto_obsceno/video/D4bLNHNtOgc


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«O português como uma das línguas do ‘poder’» [F. Barreiras Duarte, “i”, 09.02.15]

Ora aqui está um artigo muito interessante, sob diversos aspectos. O autor deste texto, Feliciano Barreiras Duarte, foi também o autor do “Relatório Final referente à Petição n.º 511/X/3.ª” (“Em Defesa da Língua Portuguesa“, 2008), promovida por Vasco Graça Moura e outros; neste relatório, o próprio Barreiras Duarte refere:

«As preocupações e alertas dos peticionários são relevantes e devem ser tidos em conta, do ponto de vista técnico e político, a curto e a médio prazo.
O Governo deve promover e valorizar, ao longo de todo o processo, a colaboração especializada da comunidade científica e demais sectores cujo conhecimento ou actividade são de inegável utilidade.
»

Pois agora, quase seis anos depois de aquelas (suas próprias) recomendações não terem surtido o mais ínfimo efeito prático, pergunta ele: «E por falar disso, como está e onde anda esse Acordo Ortográfico?»

Bem, está mal, está muito mal (felizmente, e ninguém lhe deseja as melhoras), está ainda pior do que sempre esteve e anda por aí a espalhar o cAOs, a desortografia.

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As leis do poder.

O português como uma das línguas do “poder”

Por Feliciano Barreiras Duarte
publicado em 9 Fev 2015 – 09:04

Porque é que o português ainda não é uma língua oficial das Nações Unidas?

“O inglês é a língua mais fácil de ser mal falada”. Winston Churchill

Algumas projecções da UNESCO, atestam-nos que daqui a mais ou menos três décadas, o mundo poderá vir a ter cerca de 400 milhões de falantes do português. Bem se poderá colocar, a pergunta simples – afinal de que estamos à espera? O que nos faz (e tem feito) continuar estáticos perante uma língua com oito séculos de vida e de grande potencial? Bem sabemos que a desvalorização de algumas ciências sociais tem criado muitos analfabetos e iletrados especializados quase só em generalismos e blogosferismos que não conhecem minimamente a importância do português, como língua dentro e fora de portas, no nosso país. Também devido a exemplos negativos desse tipo é sempre bom termos presente que foi com base no testamento de D. Afonso II, feito a 27 de Junho de 1214 (que é o mais antigo documento régio ao nível do reino e do Estado e que é uma espécie de carta de Alforria do português como língua oficial) que se pode afirmar com toda a propriedade que o português tem 800 anos de vida (desde D. Afonso II e depois com D. Dinis tem beneficiado desse estatuto em detrimento do galaico português e do latim). Se existe desígnio, que nos deve mobilizar e unir é o de projectarmos e concretizarmos uma estratégia que ao nível institucional permita conferir, ao português, o estatuto de língua oficial em vários fóruns e organizações internacionais e mundiais, fazendo do português uma das línguas do “poder”. Informalmente mas sobretudo formalmente. Precisamos de consensualizar, defender e implementar uma política para a língua portuguesa, muito agressiva. O português não se pode resignar a ser uma língua de comunicação. Tem também de ser uma língua de cultura, da universidade, da investigação científica, da sociedade de informação, do comércio, do turismo, do desporto, dos negócios, da economia. Nas sociedades contemporâneas a valorização e a projecção das línguas, como instrumentos vivos de dinâmicas de comunicação e de poder, têm vindo a assumir (e assumirão cada vez mais no futuro) especial preponderância. Quem se atrasar a percebê-lo erra quase tanto como ao não pôr as suas contas públicas em ordem. O valor e o impacto das línguas são enormes. Como é o caso do português. Que não se pode resignar a ser apenas uma língua da rua, da loja, do espaço comercial e ou da conversação banal. Antes pelo contrário. Tem de ser também uma língua de estudo, de comunicação e de grande utilidade, nos negócios, nos meios académicos, universitários e de investigação científica, das artes e do cinema e sobretudo nos centros de poder.

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A “disseção” em “infeciologia”

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«Descrevemos o caso de uma mulher jovem admitida com disseção espontânea do tronco comum da artéria coronária esquerda, primeiramente diagnosticada como trombo intracoronário.»

Revista Portuguesa de Cardiologia


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A “seticemia” em “eletrotenia” pode ser “otogonal”

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«Esteve patente na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes, de 5 a 21 de junho, uma exposição subordinada ao tema “A Ciência e o Engenho ao Longo dos Tempos”, organizada pelos professores das áreas de Eletrotenia/Eletrónica e Mecânica.»

Escola Secundária de Maria Lamas – Torres Novas


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«Apresenta uma só nave, de planta retangular e coberta de abóboda de berço. A capela-mor, um espaço mais recolhido e intimista, desenvolve-se em planta otogonal e a sua cobertura é feita por uma abóboda de formato de meia laranja de tijolos.»

Câmara Municipal de Viseu


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O “diretor-ajunto” do “tumefato”

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«(…) na sua qualidade, respetivamente, de diretor e diretor-ajunto daquela publicação satírica madeirense, por notícias publicadas (…)»

RTP Madeira / LUSA


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