Guilherme Valente subscreveu a ILC

Guilherme Valente

Nasceu em Leiria a 1 de Julho de 1941. Licenciado em Filosofia e pós-graduado em Relações Interculturais. É um dos editores mais prestigiados, no país e no estrangeiro, cultural e empresarialmente.

Trabalhou nas Publicações Europa-América, nas Publicações D. Quixote e na Editorial Presença, editoras em que assumiu várias funções, tendo sido responsável pela publicação de inúmeras obras e por inúmeras iniciativas de promoção do livro e da leitura. Criou a editora Gradiva em 1981, um projecto editorial cuja novidade, qualidade e acção cultural têm sido amplamente reconhecidos. Criou e dirige na sua editora várias colecções pioneiras dedicadas à divulgação científica, à ciência, à matemática.

Foi condecorado, em 1993, pelo presidente da República Dr. Mário Soares, com a comenda da Ordem do Infante D. Henrique, pelo contributo continuado e diversificado que tem prestado para a valorização da cultura portuguesa. Em 1998, foi agraciado pelo presidente Dr. Jorge Sampaio com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, pelo trabalho pioneiro e continuado persistentemente na valorização da cultura científica e do interesse pela ciência, particularmente entre as novas gerações

Guilherme Valente subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do “acordo ortográfico”.

Este é mais um perfil publicado na “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da ILC pela revogação do “acordo ortográfico”.

Nota: esta publicação foi autorizada pelo subscritor, tendo-nos sido enviadas, expressamente para o efeito, a sua fotografia e a respectiva nota biográfica.

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Carmindo de Carvalho subscreveu a ILC

Carmindo Pinto de Carvalho é beirão, nasceu em Nagosa – Moimenta da Beira, em 1955. Tem como habilitações literárias a quarta classe do ensino primário. Foi agricultor, operário na construção civil, empregado num hospital psiquiátrico e cumpriu o serviço militar na Marinha. De espírito irrequieto e inconformado viajou por vários países e fixou-se na Suíça em 1985 onde ainda hoje trabalha numa fábrica de metalurgia. Tem como preferências literárias e musicais Ary dos Santos, Miguel Torga, António Gedeão, Aquilino Ribeiro, José Rodrigues dos Santos, mas gosta de ler “tudo que pode” e que apanha “à mão”. Na música, são os Genesis, Camel, Tangerine Dream, Barclay James Harvest, Supertramp, Doors, Pink Floyd, Uriah Heep, Deep Purple, Eric Clapton, mas ouve também música portuguesa, com destaque para os seus “queridos U.H.F”.

Carmindo Pinto de Carvalho apenas começou a escrever depois dos trinta anos e apesar dos seus quatro anos de “carteira e andarilho”, recusou-se escrever para a gaveta. Depois do “Entre o Ter e o Querer”, publicou; “Entre os Quês e os Porquês”, “Entre Ondas de Ar e Amar”, “Entre Olhos e Folhos”, “Conversas de Papel” e participou em várias Antologias; “Mensageiro da poesia Volumes I, II e III, “Da Outra Margem”, Edição Instituto Camões, “Elos da Poesia” e “Ecos da Poesia” lançado em Lisboa e no Brasil, “ELOS da POESIA Volume II” — “Dois Povos Um Destino”, “Entre Ondas de Ar e Amar” e “Entre Uis e Ais e Outras Coisas Mais”.

Carmindo Pinto de Carvalho é frontal, áspero, cáustico, duro, maldoso, mas também irrequieto e permanentemente inconformado e os seus poemas sempre actuais, falam das agruras da vida nas suas mais variadas vertentes e traduzem fielmente esse estado de espírito e ele é frontalmente contra o novo Acordo Ortográfico.

Subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do “acordo ortográfico”.

Este é mais um perfil publicado na “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da ILC pela revogação do “acordo ortográfico”.

Nota: esta publicação foi autorizada pelo subscritor. Perfil originariamente publicado AQUI.

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Maria Velho da Costa subscreveu a ILC

Maria Velho da Costa, Grande-Oficial da Ordem da Liberdade (n. Lisboa, 26 de Junho de 1938) é uma escritora portuguesa.

Prémio Camões em 2002, Maria Velho da Costa licenciou-se em Filologia Germânica, foi professora no ensino secundário e membro da direcção da Associação Portuguesa de Escritores. Tem o Curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Foi membro da Direcção e Presidente da Associação Portuguesa de Escritores, de 1973 a 1978. Foi leitora do Departamento de Português e Brasileiro do King’s College – Universidade de Londres, entre 1980 e 1987.

Tem sido incumbida pelo Estado Português de funções de carácter cultural: foi Adjunta do Secretário de Estado da Cultura em 1979 e Adida Cultural em Cabo Verde de 1988 a 1991. Desempenhou ainda funções na Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses e trabalha actualmente no Instituto Camões.

Teve (desde 1975) colaboração regular em argumentos cinematográficos, nomeadamente em películas de João César Monteiro, Margarida Gil e Alberto Seixas Santos.

Consagrada, já em 1969, com o romance Maina Mendes, tornou-se mais conhecida depois da polémica em torno das Novas Cartas Portuguesas (1972), obra em que se manifesta uma aberta oposição aos valores femininos tradicionais. Esta publicação claramente antifascista e altamente provocatória para o regime, levou as suas três autoras a tribunal, tendo o 25 de Abril interrompido as sanções a que estavam sujeitas as denominadas 3 Marias: Maria Velho da Costa, Maria Teresa Horta e Maria Isabel Barreno.

Às teses de reivindicação feminina já enunciadas em Novas Cartas Portuguesas, acrescenta-se, na sua obra, um inconformismo quanto aos cânones narrativos, inconformismo esse que se pode verificar também na sua obra de ensaio.

Foi galardoada, em 1997, com o Prémio Vergílio Ferreira, da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra.

[Transcrição integral de entrada Wikipedia sobre a escritora.]
[Foto de &OtherStories.]

Maria Velho da Costa subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do “acordo ortográfico”.

Este é mais um perfil publicado na “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da ILC pela revogação do “acordo ortográfico”.

Nota: esta publicação foi pessoalmente autorizada pela subscritora.

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«A coerência, a coragem e a dignidade» [MST, “Expresso”]

«Vasco Graça Moura (que a intelectualidade oficiosa viu com desconfiança ser nomeado presidente do CCB), teve a coerência, a coragem e a dignidade de repor em uso no CCB o português que falamos e escrevemos e não aquele a que o Acordo Ortográfico nos quer à força converter. António José Seguro – a quem jamais se conheceu uma causa que fosse – resolveu fazer deste acto de resistência cívica um desafio à autoridade do Governo e do Estado. Se, porém, se desse ao trabalho de pensar para lá da baba política, Seguro poderia meditar sobre a validade jurídica de um tratado que apenas algumas partes ratificaram e poderia questionar-se sobre as razões que levaram Moçambique e Angola a recusarem o tratado que, supostamente, lhes era destinado, antes de mais. E poderia ainda reflectir sobre o teor do editorial do oficioso “Jornal de Angola”, desta quarta-feira, quando se justifica a recusa da aceitação do AO dizendo que “não queremos destruir essa preciosidade (a língua portuguesa) que herdámos inteira e sem mácula” e que “se queremos que o português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes de mais, respeitar a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras. Há coisas na vida que não podem ser submetidas a negócios”. Veja, António José Seguro: são as nossas ex-colónias que recusam abandonar a língua que nós lhe levámos e que agora traímos. Quererá você também dar uma lição aos angolanos, nesta matéria?»

Miguel Sousa Tavares

[Transcrição de artigo da autoria de Miguel Sousa Tavares publicado no semanário “Expresso” de hoje, 11.02.12. Fonte da transcrição: blog “Chove”. O link para o artigo na versão online não está disponível (ou está, mas apenas para assinantes do jornal).]

Nota: os conteúdos publicados na imprensa ou divulgados mediaticamente que de alguma forma digam respeito ao “acordo ortográfico” são, por regra e por inerência, transcritos no site da ILC já que a ela dizem respeito e são por definição de interesse público.

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María Montes Engenios apoia a ILC

O meu nome é María Montes Engenios e sou de nacionalidade espanhola por ter nascido em Salamanca, mas considero-me filha adoptiva do país vizinho, Portugal.

A ligação com Portugal ultrapassa o simples factor geográfico, uma vez que resido a tão só 28 km. da fronteira, supera a relação profissional que tenho com a língua de Camões, pois lecciono PLE em Espanha a alunos entre o 7º e o 12º ano de escolaridade desde 2003, para se fortalecer com um sentimento pátrio muito intenso similar àquele que sinto pelo meu próprio país.

Há muitos anos que estudo português e preocupo-me insistentemente em mostrar aos meus alunos o que é a língua do povo, a língua que os nossos vizinhos falam nas ruas, nas lojas, no trabalho… para chegados a este ponto não saber bem ao certo se aquilo que estou a ensinar é o correcto ou não.

O novo AO de 1990 mexe com a língua e mexe com a própria identidade cultural das pessoas, com a ligação térrea de um povo e com o enfraquecimento de esse sentimento, uma vez que o Acordo veio transformar a língua em detrimento dos interesses económicos.

Lamento verdadeiramente que muitas pessoas das que estão numa situação de impasse não se lembrem de onde vêm e não saibam nem sequer para onde é que isto vai encaminhado.

É com tudo isto que deixo amplamente justificado o meu apoio moral (dado que não posso de outra forma) à ILC contra o Acordo Ortográfico de 1990.

María Montes Engenios, professora e investigadora, não subscreveu a ILC contra o AO90 – apenas por não ter nacionalidade portuguesa – mas apoia-a incondicionalmente.

Este é mais um perfil publicado na “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da ILC pela revogação do “acordo ortográfico”.

Nota: esta publicação foi autorizada pela pessoa visada, que nos enviou, expressamente para o efeito a foto e o texto com nota biográfica.

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