Mas não pode
Enganar-se na sua parte de palavra»
Depois de nos hipotecarem o país e as nossas vidas, decidiram agora viabilizar aceleradamente o processo de destruição da nossa língua, património secular, estruturante da nossa identidade. Mais uma vez, a mania das grandezas, reverso de um indestrutível complexo de inferioridade, aliada à arrogância, à prepotência, à leviandade, à preguiça e ao desprezo por aquilo que na realidade somos, está prestes a lançar-nos numa aventura sem regresso. E isto continua assunto tabu, “politicamente incorrecto”, apesar de próximas as eleições legislativas, como aconteceu nas últimas presidenciais. Todos tão caladinhos e tão cúmplices os nossos políticos!
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