«Mexa-se!» [Gisela Pereira, “Causes”]

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[Transcrição de comentário de Gisela Pereira na página da ILC no serviço “Causes”.]


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5 comentários

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  1. Não quero ser injusta na minha crítica com aquelas pessoas que assinaram e ajudaram a difundir a ILC mas realmente não sei à espera de quê está a maioria do povo português.

    • Luís Ferreira on 8 Abril, 2014 at 21:26
    • Responder

    Rocio,

    a maioria do povo português está sedado: doses letais de telenovelas, de futebol, palermas de todo género na televisão, etc. É mantido intencionalmente em estado comatoso, desde há anos.

    Não mexe, não acorda. Todos os que levantam a cabeça são considerados anormais, estranhos. Há literatura distópica que descreve situações com uma semelhança extraordinária à situação presente do português, transformado em lesma, incapaz de dizer não, de se revoltar, de reagir, seja ao que for.

    As mentiras repetidas e a inversão da realidade subtraíram-lhe o passado, criaram-lhe a ilusão do presente, negaram o futuro a um povo que foi capaz de correr com os generais de Napoleão à força do ancinho. Hoje, impotentes, limitam-se a esperar que um qualquer cão os guie à pastagem. São um rebanho, de povo têm muito pouco, nos tempos que passam.

    Tem sido tudo feito com rigor e paciência. Está a dar os seus resultados. Desde a Escola, que, praticamente, tem funcionado como laboratório social, onde comportamentos novos são inculcados, até à banalização do sentido de Estado, esquecendo momentos marcantes da nossa História, passando pelos programas de televisão que existem, tudo se tem feito, com uma mestria enorme, para nos transformar em fantoches. E conseguiram! Pelo que se vê…

    Ainda bem que as pessoas que organizaram esta ILC ainda não perderam o sentido da importância de algo tão raro e precioso como a língua de um povo. São pessoas acordadas. Os outros só dormem, repetindo, em devaneios, o que lhes é repetido pelos meios de comunicação social, concentrados nas mãos de pessoas, todas elas, com relações muito suspeitas.

    Estamos tramados! Acho que só acordam com uma panela de água a ferver despejada em cima, que as marque e que as faça não esquecer e ter medo que levar com outra.

    • Gisela Pereira on 9 Abril, 2014 at 15:40
    • Responder

    Grosso modo, a quantidade de pessoas com conhecimentos linguísticos, capaz de desconstruir esta atrocidade e as falácias acordistas, é diminuta.
    A par das políticas que há décadas incentivam a iliteracia e o “xico espertismo”, a maioria é arrastada com pratos simples. Se não tivermos alguém próximo que nos explique este atentado, o mais certo é cairmos no “laissez faire, laissez aller, laissez passer”
    Não desfazendo os importantíssimos pareceres e textos técnicos, e tendo estes como base sustentável, urge simplificar a mensagem, que não sendo redutora na essência, é clara e eficaz no que se pretende.

    • Vasco Ribeiro on 10 Abril, 2014 at 3:29
    • Responder

    Caros Amigos,
    Sou , desde há muito, um incondicional defensor da língua pátria; por diversas e evidentes razões. Das mais diversas formas e na medida das minhas parcas possibilidades, tenho promovido que este aberrante AO90 não possa vingar.
    Acabo de ser contactado por este Movimento que indica ter o mesmo objectivo que eu- o de contestar o bizarro Acordo Ortográfico cujo ratio decidendi nunca virei eventualmente a entender. Mas, ao iniciar a leitura do texto deste Movimento, em defesa da língua portuguesa, leio:

    “3. Vai ser bonito falarmos Egipto com o P e lermos Egito sem o P. E como as crianças aprendem o que é Egipto na escola e não em casa (não andamos a falar no Egipto a crianças de 3 ou 4 anos), irão aprender a falá-lo como “Egito” sem “P”, mesmo que os pais falem com “P” (eu falo o “P” em Egipto, por acaso). Prova de que a escrita alterará a fonética.”

    O facto deixa-me triste. Os que dizem querer defender a língua portuguesa não saberem como escrever em português?
    Meus Caros,
    Não se diz “Vai ser bonito falarmos Egipto com o P e lermos Egito sem o P.”. Quando, com muita razão, se pretende defender a língua portuguesa deve-se, primeiro que tudo, conhecê-la. Diz-se: “Vai ser bonito dizermos Egipto…”. Por favor, corrijam o erro, ou estarão a prestar um péssimo serviço a esta meritória iniciativa.
    Cumprimentos. Vasco Ribeiro

    1. Senhor Vasco Ribeiro,

      A frase que cita não existe neste “site” em lado algum. Por isso não pode tê-la lido aqui.

      Ver http://ilcao.com/?s=%22ser+bonito+falarmos+Egipto+com+o+P+e+lermos+Egito+sem+o+P%22

      E ver https://www.google.pt/search?q=%22Vai+ser+bonito+falarmos+Egipto+com+o+P+e+lermos+Egito+sem+o+P%22&oq=%22Vai+ser+bonito+falarmos+Egipto+com+o+P+e+lermos+Egito+sem+o+P%22&aqs=chrome..69i57.2722j0j8&sourceid=chrome&es_sm=93&ie=UTF-8

      Cumprimentos.

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