Maria Vitalina Leal de Matos subscreveu a ILC

Maria Vitalina Leal de Matos é professora catedrática jubilada da Faculdade de Letras de Lisboa, onde, além de outras cadeiras, leccionou Estudos Camonianos.

Licenciou-se com uma tese sobre Fernando Pessoa, e doutorou-se com uma dissertação sobre a poesia de Camões.

Fez parte da Comissão Nacional da Unesco e do Conselho Superior da Universidade Católica. De 1988 a 1990 desempenhou o cargo de Conselheira para o ensino do Português junto da Embaixada de Portugal em Paris.

É autora de numerosos artigos e de diversos livros de conteúdo camoniano.

Bibliografia em Português:
– Lírica de Luís de Camões
2012 Editorial Caminho
– Tópicos para a Leitura de Os Lusíadas
2004 Verbo
– Introdução aos estudos Literários
2001 Verbo
– Camões – Este Meu Duro Génio de Vinganças
2010 Arcádia
– Ler e Escrever
1987 INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda

Subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Ver “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da nossa ILC.

[Nota biográfica e bibliografia copiadas da página da autora no “site” da Wook. Fotografia copiada da página da autora no “site” da Editora Caminho.]
[Nota: esta publicação foi expressamente autorizada pela subscritora.]

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6 comentários

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  1. Mais uma subscrição de vulto.
    É extraordinária a imprensa. Ignorar uma iniciativa desta envergadura e com os subscritores de nomeada que tem. Ainda ontem andavam empolgos com a iniciativa da sociedade civil para troca de livros escolares em que até havia uma engomadoria como entreposto de troca. A I.L.C. tem engomadorias, lavandarias, restaurantes, papelarias, eu sei lá para recolha e aquela gente jornaleira nem se dá conta?!
    Cumpts.

    1. @Bic Laranja, transcrevo seguidamente um parágrafo que foi recentemente acrescentado à página com o “Mapa de Locais”:

      «Além desta rede de estabelecimentos que formalmente se disponibilizam, existem inúmeros outros locais, em todo o país, onde poderá encontrar impressos de subscrição da nossa ILC. Dezenas de voluntários vão deixando esses impressos e folhetos um pouco por todo o lado: cafés, restaurantes, farmácias, lojas de qualquer tipo, balcões de atendimento, salas de espera, etc. Qualquer pessoa pode colaborar nesta distribuição!»

      Acrescento que neste momento estão em distribuição por esta última forma 15.000 impressos com folheto. Cortesia de uma militante, que os mandou imprimir na tipografia Damasceno, de Coimbra (sendo também o proprietário desta tipografia um activista da ILC).

  2. Ontem andavam empolgados, digo.

    • Maria José Abranches on 4 Setembro, 2012 at 16:19
    • Responder

    Tem toda a razão, Bic Laranja: os nossos ‘media’ não prestam, comportam-se como no tempo da censura, com MEDO, encolhidos, receosos de DESTOAR do “politicamente correcto” de momento! Não há quem tenha capacidade de PENSAR livremente e de ajudar os outros a fazerem o mesmo! Sobre o AO90 reina a maior desinformação, alimentada pelos interessados no dito, mas também pelos outros “palermas”, incapazes de vir a terreiro clarificar uma vez por todas a situação e de assumir frontal e corajosamente de que lado se encontram!

    • Maria Miguel on 5 Setembro, 2012 at 12:52
    • Responder

    Subscrevo o que se afirma nestes comentários. Um especial agradecimento às duas Professoras: Vitalina de Matos e Maria José Abranches.
    A opinião pública continua sem informação. Todas as pessoas com quem falo desconhecem o que se passa. Vou passando a informação e falando do dever cívico, que é assinar contra a fraude. Será que não há ninguém que consiga chegar à televisão, de modo a complementar o precioso trabalho que o ILC o jornal Público estão a fazer?
    Cumprimentos

    • Luís Ferreira on 5 Setembro, 2012 at 15:45
    • Responder

    Maria Miguel,

    “Será que não há ninguém que consiga chegar à televisão, de modo a complementar o precioso trabalho que o ILC o jornal Público estão a fazer?”

    As televisões vão continuar a fazer de conta que nada disto existe, mas para elas é igual, porque vão continuar a entrar nas casas das pessoas, de todas as pessoas, quer se queira, quer não. Quem não imagina o que perde são as editoras e as empresas de comunicação social escrita. É que quem compra e lê livros em Portugal, na maioria dos casos (atrevo-me a dizer) é contra o AO. Ora, eu antes de comprar um livro verifico se está escrito em acordês. Se estiver, não compro. Sei de algumas pessoas que estão a fazer o mesmo. Se o sonho do lucro é vender muito no Brasil, penso que o melhor é mudarem-se para lá, de vez, e deixar o mercado a outras que não alinhem pelo desbarato da língua.
    Se nós não podemos alterar a política na RTP, SIC e TVI, pelo menos, nos livros e jornais podemos.

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