José de Faria Costa subscreveu a ILC

Professor Catedrático. Doutorado e agregado em Direito na área das ciências Jurídico-penais pela Faculdade de Direito de Coimbra. Rege a cadeira de Direito Penal I (3.° ano, 2ª Turma) e ainda a cadeira de Direito Processual Penal nas aulas do Curso de Mestrado em Ciências Jurídico-criminais. É Presidente do grupo português da Association Internationale de Droit Penal. Foi Director da Imprensa da Universidade de Coimbra. Faz parte de vários Conselhos Redactoriais de revistas, nacionais e estrangeiras, da sua especialidade. Integra a Direcção do Instituto de Direito Penal Económico e Europeu. Faz parte de uma linha de investigação em filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Foi membro da Comissão de Ética dos Hospitais da Universidade de Coimbra. Foi Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra nos últimos quatro anos, até 23 de Julho de 2009. É membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra. É membro, eleito pela Assembleia da República, do Conselho Superior da Magistratura. É presidente do Instituto de Direito Penal Económico e Europeu.

[Perfil transcrito do site da Universidade de Coimbra.]

(…) qualquer razoável aprendiz das coisas do direito sabe que “coisas” há nas quais o direito não deve meter prego nem estopa. É o chamado espaço livre de direito. E quanto maior é esse espaço, mais livres e democráticas são as comunidades de homens e mulheres livres. A língua deve ser olhada e valorada como um território de tendencial espaço livre de direito.
(…)
no próprio interesse dos “turiferários” do chamado AO – indiferentes aos argumentos da diversidade, da etimologia, da sonoridade e da estética da língua, reiteradamente brandidos pelos seus opositores – se justifica, quanto antes, sobrestar na decisão de o considerar já em vigor (em vigor, mas como?)

[Extractos de um artigo de opinião, da autoria do Professor José de Faria Costa (e do Professor Francisco Ferreira de Almeida), publicado no “Diário de Notícias”.]

José de Faria Costa subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do “acordo ortográfico”.

Este é mais um perfil publicado na “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da ILC pela revogação do “acordo ortográfico”.

Nota: esta publicação foi autorizada pelo subscritor.

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4 comentários

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  1. Já lá vão muitos anos, em que fui seu aluno em Coimbra…Dto Criminal..naquele tempo das obra na fac direito e que tinhamos aulas numas salas no 1º andar do estabelecimento prisional…Fugazment estivemos ao tempo num dos primeiros cursos e debates sobre Imformáica ” tecnologias da comunicação”… hoje folgo muito em saber um pouco mais da sua opinião avisada e consolidada.. um abraço !!!

  2. Na cacofonia que se instalou em torno das consoantes mudas ou não tão mudas, é também bom ler argumentos de outra espécie para justificar a não aplicação do AO90. Venham mais, muitos!

    • Maria José Abranches on 24 Fevereiro, 2012 at 12:03
    • Responder

    Por favor, sigam o “link” e leiam a totalidade do artigo, pois não podemos desperdiçar opiniões tão fundamentadas, assumidas por quem sabe do que fala em matéria de Direito!
    Quem empurrou o nosso país e a nossa língua para esta situação, desrespeitando as regras do Direito Internacional? Quem vai seguir o rasto do cheiro do dinheiro que manipulou consciências e arrastou incautos? Pois é de DINHEIRO e poder que se trata e não de uma qualquer “evolução da língua”, argumento atirado aos “ingénuos” (?), que dele se apoderaram, convictos e sobranceiros, assim mobilizados para o serviço desta causa sem rosto! É visivelmente CRIME a aplicação em curso do Acordo Ortográfico de 1990, para já não falar da abjecção que o próprio Acordo representa para a nossa língua e a nossa soberania!

    • Maria Oliveira on 24 Fevereiro, 2012 at 17:36
    • Responder

    Olá!
    Segui o conselho de Mª José Abranches e li o artigo! É esmagador! E, se dúvidas houvesse sobre o ódio que em cidadãos como eu se vai acumulando contra toda a encenação do Crime de Estado que é o “A.O. 90”, bastaria ler os comentários dos 4 cidadãos após o artigo dos dois Professores no DN… Só os políticos não querem ver – por lhes ser mais confortável ignorar as NOSSAS vozes e continuar o seu trabalho de VAMPIROS! Malditos sejam todos, esses vendidos que nos PROSTITUÍRAM a língua-pátria! Mais do que ninguém, quem está no ensino apercebe-se do execrável trabalho destes vendilhões as quais tão pomposamente chamam “Parlamentares”… Um asco!

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