“A Choldra Ortográfica em Portugal” [um trabalho de João Roque Dias, actualização]

18.05.14. Nota: a sequência de imagens pode agora ser vista, na íntegra, no “site” da ILC AO. “Click” AQUI.

JRDCholdraact

A CHOLDRA ORTOGRÁFICA EM PORTUGAL
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Nova edição! Ainda com mais choldra.

Atenção: ficheiro com 140 MB (porque a choldra também é grande, e muita!)
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https://www.dropbox.com/s/31ys6266i7natqq/JRD_AO_CHOLDRA_ORTOGRAFICA.pdf

João Roque Dias

[Reprodução de “post” publicado por João Roque Dias no grupo “Acordo Ortográfico Não!” (Facebook).]

Ver mais sobre a “choldra” AQUI.

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2 comentários

  1. AÇORDA ORTOGRÁFICA?

    Nem obrigados!
    Não pedimos, não queremos
    e, sobretudo, não comemos.

    • Maria José Abranches on 18 Maio, 2014 at 15:50
    • Responder

    Aqui está, em todo o seu esplendor, o Português que Portugal anda a exibir, no país, na Europa e no mundo, produto do milagroso Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), promotor da “unificação”, “prestígio” e “internacionalização” da língua portuguesa!!!

    Obrigada, João Roque Dias, por este trabalho exaustivo. Porque é preciso pôr o nariz dos políticos, que a isto nos conduziram, em cima deste “desastre”, deste “crime” de que são responsáveis. Dos políticos e dos outros, a dita “intelligentsia” nacional, a propósito de quem convém recordar: pior do que ser uma “terra de cegos, onde quem tem um olho é rei” é ser-se uma “terra de cegos, onde quem tem um olho o cega, para poder ser rei”! (creio que foi Aquilino Ribeiro que disse isto…)

    E estamos de novo em eleições! Já alguém falou da língua, o Português europeu, uma das 24 línguas da União Europeia, que tem por lema “unida na diversidade”? É esta caricatura do Português que os nossos candidatos ao Parlamento Europeu se propõem exibir? Já andam aliás a fazê-lo, basta ver como andam a escrever nesta campanha eleitoral…

    E nós, vamos votar neles? Porque a culpa é nossa, de todos os que nos calamos, os que pensamos, por comodismo, que “há outras prioridades”, depois logo se vê… Está à vista no que dá este conformismo e esta inacção…

    Sei o suficiente da História da Europa para defender convictamente o projecto europeu, apesar dos desvios que possa ter sofrido e que há que corrigir urgentemente. Mas, na Europa, Portugal é um país com uma língua europeia que lhe é própria, que aqui surgiu há séculos e que nos define e marca como povo. E, se esta língua é hoje partilhada fora da Europa, nos vários continentes onde a nossa História nos levou, isso em nada justifica que a sua matriz e norma europeia seja sacrificada em nome de uma “unificação” impossível e contrária à necessária e salutar preservação da sua diversidade. E àqueles que sonham com uma “jangada” de pedra, soltando-se da Europa, e tendo por base e sustentáculo o AO90, “um dos fundamentos da Comunidade” (CPLP), conforme se lê no “Segundo Protocolo Modificativo…” só posso dizer: já partem de cócoras para esse novo e promissor “império”?!

    Para mim, a língua é uma questão prioritária! E nestas, como em todas as eleições, não me esquecerei disso! Porque a democracia que o 25 de Abril nos trouxe exige a cada um de nós espírito crítico e intervenção cívica consciente e responsável.

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