«Padronização das normas do Brasil nos demais países [lusófonos]» (!!!)

Ainda sobre a notícia «Senado prepara a reforma do novo acordo ortográfico»…

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Conselheiro seccional da OAB-GO vai compor Centro de Estudos Linguísticos da Língua Portuguesa

O conselheiro seccional e presidente da Comissão de Ensino Jurídico da OAB-GO, Carlos André Pereira Nunes, toma posse nesta sexta-feira (8), às 14 horas, no Centro de Estudos Linguísticos da Língua Portuguesa do Senado, ao lado dos professores Pasquale Cipro Neto e Ernani Figueiras Pimentel.

A finalidade é criar uma padronização da nomenclatura da gramática normativa, bem como simplificar a ortografia da Língua Portuguesa. Para 2014 já está marcada uma reunião internacional para discutir se a essa padronização das normas do Brasil deverá ser aplicada nos demais países que falam o idioma português.

Entre outros educadores que assumem a função, a escolha de um professor de Goiânia dá destaque para o ensino no Estado. A educação goiana tem sido reconhecida no País em razão dos grandes profissionais que temos, avalia Carlos André.

[Texto transcrito do “site” “JusBrasil”, 08.11.13. Destaques e sublinhados nossos. Via Luís Canau (Facebook).]

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14 comentários

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  1. A apropriação do idioma já oficialmente às escâncaras. Não que o não farejássemos há décadas. Quem teime em não perceber merece condecoração no 10 de Junho.
    Cumpts.

    • Maria José Abranches on 8 Novembro, 2013 at 20:14
    • Responder

    E ainda há quem tenha dúvidas, em Portugal, sobre estes mais do que evidentes desígnios do Brasil, desde a primeira hora de todas estas manigâncias acordistas?! Coitado do D. Afonso Henriques: tanto esforço e empenho, para quê?!!!

    • Maria Miguel on 8 Novembro, 2013 at 23:34
    • Responder

    Portugal desbaratou o Império, no Hino Nacional retirou a palavra “bretões” por imposição dos ingleses, acabando por substitui-la por “canhões”, agora está a vender, ou melhor, a oferecer ao estrangeiro a nossa melhor nata, formada às custas do trabalhador. Como é que os decisores mais fortes nos malfadados negócios que fazem hão-de ter tempo e sensibilidade para entender a perda da Língua Materna, se ainda não entenderam que não podemos continuar a ceder ao estrangeiro? Organizar o dinheiro público seria vencer os canhões=materialismo.
    Haja esperança que a classe de brasileiros e portugueses pensantes levantem barricadas à simplificação=diminuição cognitiva e outras…
    Que farsa vicentina!

    • Jorge Teixeira on 9 Novembro, 2013 at 1:47
    • Responder

    Quem diria? Colonialismo brasileiro!

    • Jorge Pacheco de Oliveira on 9 Novembro, 2013 at 4:31
    • Responder

    Concordo totalmente com a opinião de que o Acordo Ortográfico não tinha outro propósito senão ir ao encontro do interesse do Brasil.

    Isso era óbvio, desde a primeira versão, impulsionada por Cavaco Silva e Santana Lopes. É bom não esquecer quem esteve na origem e quem colaborou nesta miserável traição ao nosso país.

    • Graça Maciel Costa on 9 Novembro, 2013 at 14:58
    • Responder

    _Não! – diziam eles – A coisa é de pouca monta. – garantiam convictamente – Isto é coisa de pouco mais de 1 porcento. – afirmavam categóricos.
    _Pá, mas daqui a bocado estamos a falar e a escrever como eles.
    _ Mas que tolice, – insistiam soberbamente – a mudança é mínima e ortográfica, só por ignorância ou má-fé se pode afirmar uma coisa dessas.

    E agora, ainda defendem as mesmas patranhas??

  2. Claro que defendem. Agora até dizem que se as outras diferenças eram mínimas, estas também o serão em relação à anterior versão. Não custa nada, é só mais 1 por cento, é só mais um bocadinho.

    Havia um acordita que se dizia defensor da moral e dos bons costumes (tal como se diz defensor do Português) que tinha uma filha que teimou em usar saias curtas. O pai proibiu-a. A custo, admitiu que a saia encolhesse dois dedos, porque a diferença era pequena. Semanas depois, a filha, por sua iniciativa, tirou-lhe outro tanto, dizendo que afinal de contas, mais palmo, menos palmo era a mesma coisa. Eram só menos dois dedos – a diferença era mínima.

    Acontece que a saia, que só sobe um par de dedos de cada vez, começou abaixo do joelho, mas já começa a parecer um cinto.

    Os acorditas defenderão sempre as mesmas patranhas. Costuma-se dizer que teimosia em excesso é sinal de burrice.

  3. Peço desculpa pelo seguinte, mas… “Brincando, brincando, foi o macaquinho à mãe”, diz o povo com alguma razão. Brincando com a Língua Portuguesa foram uns quantos abusadores corrompendo (na verdade fo*****) o nosso bem mais precioso. E o pior é haver quem os defenda e legitime. Miseráveis!

    • Jorge Pacheco de Oliveira on 10 Novembro, 2013 at 0:00
    • Responder

    Dizem eles que “Para 2014 já está marcada uma reunião internacional (…)”.

    Alguém sabe de alguma coisa acerca dessa putativa reunião…?

    • Jorge Tavares da Silva on 10 Novembro, 2013 at 11:44
    • Responder

    Geralmente, abstenho-me de exprimir a minha opinião, mas agora já não aguento mais.
    Acabemos definitivamente com o mito da expansão da língua portuguesa.
    No que me diz respeito, defendo que há efectivamente duas línguas. A portuguesa e a brasileira. E não se trata só de ortografia. A semântica, a semiologia e a graática enveredaram por vias diferentes, as influências culturais e o enraizamento dos dois idiomas prendem-se com culturas diferentes. O vocabulário vernáculo do Português remonta a outros conceitos que o do Brasileiro. Dexemo-nos de Brasilês et de Portugueiro. PONTO FINAL

  4. A questão é muito simples: a língua chama-se portuguesa, o que cai mal a quem não partilha essa palavra como seu gentílico, levando a um certo “que se lixe, inventemos o que bem nos apetecer, já que não nos deixam chamá-la língua brasileira”. Apoio a divisão, mas que lhe chamem língua neo-tupinambá, visto “Brasil” ser uma palavra portuguesa. Eles que continuem no seu processo criativo à la sud-americaine…

  5. Por isso é que se chama um Acordo !
    Para aceitarmos AMBOS o que for razoável. E não nos fecharmos em castelos medievais que já não se usam mais…

    • Luís Ferreira on 7 Janeiro, 2014 at 1:02
    • Responder

    Havia um anúncio na televisão que dizia, salvo erro, assim:
    “Alguém pediu um porto Ferreira?”

    Da mesma forma, mas com outra intenção, eu digo:
    Alguém pediu um Acordo?
    Eu não, não pedi qualquer acordo.
    Não percebo porque é que tem de haver um acordo.

  6. Gostava de saber que castelos medievais são esses. Talvez os tais castelos que o Brasil entende por bem construir (os sucessivos acordos assinados) e depois renegar?

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