Voluntariado (9)

Não sendo possível fazê-lo individualmente, aqui fica a 9.ª relação (ver as anteriores AQUI), à laia de homenagem ao esforço de todos e de cada um, de algumas das subscrições recolhidas por voluntários. Nesta relação – bem como nas anteriores – não se incluem, como é evidente, as de proveniência sob total anonimato de quem as recolheu e enviou. Caso tenha falhado alguma referência, é favor avisarem-nos por email.

Por questões de reserva de privacidade e de protecção da identidade, os nomes são referidos apenas pelas respectivas iniciais e localidade do remetente, indicando-se o total de assinaturas conseguidas por cada qual.


A.S.T., Lisboa, 27+20=47
A.T., Almada, 10
J.R., Tires, 20 (v.e.)
F.B., Alenquer, 8
A.J.M.J., Linda-A-Velha, 48
M.C., Idanha-A-Nova, 8
V.F.A., Porto, 10
M.J.A., Lagos, 13+30=43
A.C., Faro, 70
J.C., Faro, 37
A.L., Alcabideche, 10 (v.e.)
M.P.T., Vila do Paço, 50
S.A., Carnaxide, 28
A.S.T., Lisboa, 24
T.V., Estoril, 10
A.M.M., Famalicão, 36
A.C., Faro, 14

Bravo!
A Língua Portuguesa agradece.

O mínimo considerado tem sido geralmente de 8 assinaturas por voluntário.

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3 comentários

    • Maria da Conceição S.A.M.P-Cunha on 17 Outubro, 2012 at 11:22
    • Responder

    Eu sou totalmente contra esta aberração, que é esse acordo ortográfico, mas será que estes que nos desgovernam nos vão ouvir? Eles ouvem alguma coisa? Só me interrogo, como é possível que pessoas, como o Dr. Vasco Graça Moura, e outras com peso na nossa sociedade não se consigam fazer ouvir!!! Perdemos tudo, até a língua … quem desgovernou esta Nação não conhece a História de Portugal, por isso tomou esta medida vergonhosa!

    • Maria José Abranches on 17 Outubro, 2012 at 17:14
    • Responder

    Cara Senhora D.ª Maria da Conceição S.A.M.P-Cunha,

    “Eles ouvem alguma coisa?” Eles não ouvem nada! Este simulacro de democracia em que vivemos é totalmente manipulado por um qualquer poder sem nome e sem rosto que, transversalmente a todos os partidos, tem vindo a “desgovernar-nos”. E isto é particularmente visível no que toca à nossa língua.

    É prática de qualquer poder totalitário adulterar, esvaziar, “formatar” a língua dos que estão sob o seu domínio! Porque é a língua que constitui a espinha dorsal de qualquer povo! É ela a sua fonte de autonomia e liberdade. Porque é a língua que permite pensar, entender o mundo e agir sobre ele.

    Algum poder, que se esconde mas existe, “precisa” de apagar o Português de Portugal da face da terra! E há portugueses que colaboram, porque acham este AO90 o cúmulo da modernidade, do progresso e da evolução! Justamente, porque o Português EVOLUIU de modo diferente em Portugal e no Brasil, é impossível “unificar” seja o que for!

    Tudo isto é uma falácia, uma “mentira”, muito bem orquestrada pelo tal projecto totalitário que não se mostra! Veja-se a rapidez, a brutalidade, a violência, a omnipresença com que esta macaqueação da ortografia brasileira nos está a ser imposta! Estas coisas não acontecem por acaso e a estupidez, a ignorância e o gosto pelas “modas” de muitos dos nossos concidadãos não explica tudo, não teria nunca esta dimensão!

    Mas se é urgente que falemos sobre isto, que contrariemos a ideia (suave e intencionalmente posta a circular) de que “já está”, “já não há nada a fazer”, temos de ir mais longe! Cabe-nos também obrigar os políticos, de todos os partidos, a enfrentar a discussão: não é possível que continue a haver eleições neste país sem que o AO90 seja discutido e se saiba claramente quem está connosco na defesa da nossa língua! Basta de águas mornas, de posições moles e cobardes, de cata-ventos!

    E deixo a pergunta a todos os que querem participar nesta luta: porque é que nas manifestações que vão ocorrendo pelo país ainda não apareceram cartazes a dizer, por exemplo: “Não queremos o AO90”! Talvez os “media” coniventes e interessados nesta desgraça fossem enfim “obrigados” a ver que a oposição ao AO90 existe e é forte e está cada vez mais viva!

    P.S.: Infelizmente vivo numa pequena cidade onde não acontece nada!

    • Pedro Freitas on 17 Outubro, 2012 at 22:00
    • Responder

    Ainda faltam muitas assinaturas? Há esperança de a sociedade civil mandar o A90 às urtigas?

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