O Diário da República “de fato”

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Critério de pesquisa: “de fato” OR “é um fato” OR “pelo fato” site:dre.pt

Cerca de 328 resultados na pesquisa efectuada em 03.05.14 às 17 h.

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5 comentários

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    • María Oliveira on 4 Maio, 2014 at 1:35
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    Aquela gentalha perdeu completamente a vergonha… Como havemos nós – cheios de zelo, a ensinar os que, no futuro, hão-de tomar as decisões – de encontrar figuras públicas dignas, modelos de comportamento, gente vertical que sirva de exemplo? A miudagem até se ri deles! Este lugar onde vivemos tornou-se uma pocilga! Se tivesse agora vinte anos, escolhia outra nacionalidade e mandava estes que “nem se governam, nem se deixam governar” para os quintos dos infernos. C’est un comble, este descalabro. Somos “liderados” por “resulho”, por escória, por escroques! A vergonha que isto dá a quem tenha alguns neurónios mais que eles e dois olhos na cara!… Viver aqui tornou-se um inferno! Que merda de país é este, afinal? E os bacocos na rua, a passear cravos, convencidos de que isto é uma democracia… Para haver uma democracia, é preciso que haja um povo, não vermes, gente que rasteja por migalhas! A Assembleia é uma imundície, são os “sepulcros caiados” da Bíblia, os que Sophia apontou, onde “germina calada a podridão”… Isto só vai mesmo a tiro! Cambada de desocupados! Era vê-los, no 25 do mês defunto, a brincar com os seus aparelhinhos tecnológicos, mesmo debaixo das câmaras, nas nossas caras, a rir, a confraternizar, muito contentinhos, cheios de si. E o povinho,os remediados, na rua, a chorar e a destilar um ódio que só sabe dirigir para futebóis e toda a gente em volta, esquecendo que as passeatas são para eunucos! País de eunucos, de amputados mentais, de raquíticos nas acções, gente poucochinha… Morcões!

    • Maria Barbosa on 4 Maio, 2014 at 9:33
    • Responder

    E o caos instalou-se há muito na administração pública (… e na privada, também!)… Curioso é o facto de serem os opositores ao AO90, aqueles que mais bem conhecem o diploma e reconhecem as violações ao mesmo. Com a sistemática falta de “responsabilidade civil” que assiste – também – aos serviços administrativos, estamos criando e formatando gerações perdidas, sem sentido crítico, incapacitadas de questionar, mecanizadas e subjugadas a regras absurdas que estão a apodrecer o nosso legado linguístico e o nosso património.

    Aos não-falantes da língua portuguesa tornou-se cada vez mais difícil a sua aprendizagem e, quanto a espaço para aperfeiçoamento, esse… simplesmente desapareceu! Foram “criadas” mais 200 palavras, aumentaram as excepções, e sobre as incongruências, nem falemos!… a desarmonia é de tal ordem que até dói!

    Acresce a isto a “pedagogia do fracasso”, alimentada pela falta de exigência que se diagnostica nas mais variadas áreas da nossa vida colectiva, e.g. do ensino básico ao superior (onde encontro alunos que escrevem numa frase “comição”, “situassão”, “impato”, dezejo”, “obedesse”, … porque hoje vale tudo! Onde encontro docentes que avisam que “haverão aulas” nos respectivos locais de estilo…, porque hoje vale tudo!).

    E depois temos ainda aqueles, docentes e discentes, cuja resposta a qualquer investida se inicia com o gerúndio do verbo ecoar… não há que condenar, todavia, a pouca mestria dos nossos coevos. Condena-se, pois, essa ferramenta podre que é o AO90, e a abertura que trouxe à arbitrariedade. Somo todos responsáveis, mas como em tudo há filhos e enteados, também aqui uns serão sempre mais responsáveis do que outros. Para quando estará prevista a “arrumação” desta desordem na administração pública? Estimo, pois, que o Supremo se pronuncie favoravelmente sobre esta causa.

  1. Agora que VGM morreu, espero que o diploma que revogará o “acordo” seja breve. VGM morreu, mas, como dizia A. Comte, ” (…) os mortos comandam os vivos”. E em vez de se rirem como se riam, aquando da sua homenagem, na Gulbenkian, quando se focava a sua luta contra o “acordo” , espero que esses que se vergam ao vaticano se verticalizem e saibam pensar…
    Espero que este jornal imprima muitas vezes 5000 exemplares de cada vez…
    Se eu puder contribuir para isso… contem comigo. A Academia das Ciências deverá ter a sua e última palavra. E que haja ainda mais providências cautelares, como a que acabou de entrar…
    DC

    • Maria Miguel on 4 Maio, 2014 at 21:47
    • Responder

    Subscrevo os comentários anteriores.
    O fato-rebanho de cabras (+ formas masculinas) é uma vergonha nacional.
    Deve ter sido essa vergonha que sentiu o P.da República quando recusou fazer comentários à saída da Basílica da Estrela. Confirmou que as condolências enviadas pelo facebook foram farsas.
    Há tanta gente que pode elevar a memória de VGM. Acredito nelas e em Auguste Comte.
    MM

  2. De facto, mesmo de fato, aquela gente que se senta na AR não vale nada. Quanto ao Diário da República… aquilo serve para quê? (Pelo menos o Diário de Notícias e o Expresso ainda servem para proteger o chão quando há pinturas em casas.)

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