Viva a “maravilhosa língua unificada”!

dicOxfordbrasileiro

 

 

Detalhes

Esta nova edição do minidicionário português – inglês / inglês – português oferece cobertura atualizada do vocabulário cotidiano essencial e traz uma diagramação clara que facilita seu uso e o torna ideal para viagens.
Uma seção central de palavras mais usadas e expressões listadas por tópicos faz com que o minidicionário seja propício para consultas rápidas.
Este minidicionário é baseado no português brasileiro com informações extras sobre as diferenças encontradas no Português Europeu .

– See more at: http://www.sbs.com.br/oxford-minidicionario-portugues-ingles-ingles-portugues-third-edition-novo-acordo-ortografico.html#sthash.wCUVV0WZ.dpuf

Ver outros “exemplos” de “língua unificada”.

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4 comentários

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    • Gonçalo Ferreira on 29 Junho, 2013 at 17:54
    • Responder

    Os técnicos de redes e administradores de redes já estão a ter muitas dificuldades a fazer exames da Cisco e outras certificações, porque os manuais vêm com o Português do Brasil e os exames também, e muitos têm piores notas por causa disto. Porque com a tal unificação agora mandam fazer os livros no Brasil, exames traduzidos no Brasil, tudo com a língua de lá, e estão a afectar muita gente cá. Vejo isso no dia a dia.

  1. Há mais de 15 anos tive o desprazer de me serem enviados manuais da Adobe em Português. Eram brasileiros. O pior nem era isso, uma vez que a forma e o aspecto das palavras poderiam passar por Português, mesmo na variante americana, o grande problema era que a tradução de livros técnicos no Brasil parece ser feita à menor licitação e o tradutor, quando está fora da sua zona de conforto e se depara com uma palavra nova ou de significados múltiplos, ou opta pela primeira acepção do dicionário ou a “traduz” foneticamente – aportuguesa a pronúncia do termo estrangeiro. A tradução de begone é, naturalmente, begónia, e a de marquee só poderia ser marquise.

    Não me admiraria que a Cisco apresente terminologia semelhante.

    • Jorge Teixeira on 1 Julho, 2013 at 16:39
    • Responder

    Esse problema das “traduções” brasileiras é generalizado em todos os campos e o pior é que dá origem a que novas “palavras” fruto dessas invenções apressadas rapidamente se propaguem por entre a população brasileira e passem a ser “certas”. É um fenómeno de decadência cultural acelerada fácil de observar. Pelos vistos os portugueses estavam cheios de pressa de passar por fenómeno igual.

    • Maria José Abranches on 1 Julho, 2013 at 18:28
    • Responder

    Muito interessantes estas informações que aqui vão aparecendo! Está à vista o resultado desta pretensa “política de língua”, que consiste na entrega da língua de Portugal ao “mercado global”, mediante o AO90, instrumento “sine qua non” dessa mesma política!

    Do ponto de vista linguístico e cultural é a mais descarada selvajaria! Agradeçamos à ignorância, arrogância e/ou ganância dos políticos que temos andado a eleger!

    E não é CRIME, isto?

    E o desemprego anunciado para todos os que têm na língua o seu instrumento de trabalho (tradutores, professores, editores, etc.)? Haverá alguma capacidade para equacionar o futuro por parte de quem nos governa?

    Peço a todos os que têm informação sobre tudo isto que dêem aqui o seu testemunho. Desde já, obrigada!

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