André Jorge subscreveu a ILC

André Fernandes Jorge nasceu no Bombarral em 1945. Com 12 anos foi estudar para Coimbra, onde permaneceu até aos 17. Muda-se então para Lisboa. Ingressa na Faculdade de Letras, frequentando primeiro Filosofia e mais tarde Românicas, não concluindo nenhum dos cursos. Com 21 anos é incorporado no exército e mais tarde parte para Angola. Cumpre cinco anos de vida militar. De África conhece também a Guiné-Bissau, onde viveu durante mais de dois anos, como cooperante.

Em 1987 funda a Livros Cotovia, juntamente com o irmão, mas dirige a editora sozinho desde 1991.

Ao longo de mais de vinte anos a Cotovia soube transformar-se numa editora de referência no panorama do livro em Portugal, em especial pelas suas colecções no âmbito da poesia, do ensaio, da ficção, do teatro, da literatura brasileira e da literatura clássica. Enquanto editora, a Livros Cotovia nunca deixou de se nortear pelo critério simples de quem escolhe um livro para mostrar, para oferecer, ou simplesmente porque gostaria que os amigos o lessem.

Subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Este é mais um perfil publicado na “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da nossa ILC.

Nota: esta publicação foi autorizada pela subscritor, que reviu, expressamente para o efeito, a respectiva nota biográfica.

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3 comentários

  1. Mais uma editora de referência a apoiar a ILC – excelente!! É mesmo muito bom saber que vai continuar a haver bons livros para ler, em português correcto 🙂

    • Maria José Abranches on 20 Março, 2012 at 15:12
    • Responder

    Subscrevo o comentário de HC: que alívio, pensar que vamos poder continuar a ler em português de Portugal! É que, escrito com o AO90, não tenho a mínima intenção de ler seja o que for!…

    • Conceição J. S. Rodrigues on 22 Março, 2012 at 9:37
    • Responder

    Não tem qualquer razão de ser este acordo ortográfico, quem rejeita as suas origens

    não se conhece a si próprio.

    Anulação de uma cultura, bem como a anulação da própria cidadania.

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