DesInformação RTP

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RTP A rubrica que está inserida no programa das manhãs da RTP1 Bom Dia Portugal pode vir a ser transmitida na RTP Informação. É pelo menos esse o desejo do canal de notícias, disse ontem Luís Castro, durante a apresentação da segunda edição do livro Bom Português, agora dedicada ao Novo Acordo Ortográfico. “A RTP Informação quer esses mini-espaços para a sua grelha”, revelou o jornalista.

A pivô Carla Trafaria, que também apresentou esta edição da Porto Editora, realçou a importância que a rubrica tem tido na aceitação do acordo ortográfico por parte dos espectadores. “Este acordo gerou muita polémica e alguma resistência, mas a emissão diária do Bom Português tem ajudado a quebrar essa oposição, porque as pessoas começaram a entender as novas regras e, como tal, interiorizaram-nas e aceitaram-nas.
Ana Filipe Silveira
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Legenda: a vermelho, mentira; a vermelho e sublinhado, mentira descarada.

Origem: “notícia” do DN de 30.09.11.

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25 comentários

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    • Carascais on 1 Outubro, 2011 at 17:40
    • Responder

    O Bom Português, é aquele que eu aprendi na escola, o do antigo acordo!

    • Eduardo Guerra on 1 Outubro, 2011 at 17:43
    • Responder

    começa a ficar claro a posição da Porto Editora em toda esta tramóia ?

    • Paulo Ramos on 1 Outubro, 2011 at 18:55
    • Responder

    Raramente vejo televisão e desde que a RTP aderiu ao monstro que me recuso a ser chamado de espetador. Ou seja, RTP é canal banido cá em casa!

  1. Também aqui! E então esse programa do ‘Bom’ Português, desde que se vendeu imediatamente juntamente com o resto da rtp… Não dá para o ver à frente, de jeito nenhum! Sinceramente, peço desculpa pela expressão, mas a verdade é que enoja.

  2. Quem sabe as letras sabe o bom português. O resto são burros carregados de livros albardando outros burros à vontade do freguês (leia-se Porto Editora). É uma alegre e burricada (sem ofensa aos simpáticos animais) que é tanto mais despudorada quando nos entra assim em casa por canais de cabo, pagos; no caso da R.T.P., duas vezes pagos.
    Cumpts.

    • Maria Oliveira on 2 Outubro, 2011 at 0:00
    • Responder

    Se ela me escutasse, a Maria, gostaria de lhe dizer, do meio da pouca sanidade mental que me resta, que pensamos da mesma forma. Infelizmente, estou do outro lado, pois sou professora. Choro por dentro, quando me lembro da obrigação de “ensinar” aquele monstro, o “aborto ortográfico” aos meus alunos… Todos os dias procuro alguma forma, por rebuscada que seja, de fugir a isto. Expor, dar-lhes conhecimento sem ensinar, de facto? É uma infâmia ter sido sempre perfeccionista e ter alunos de 7º que perguntam (porque ainda não uso o “aborto ortográfico” e só “exporei” nos tempos que aí vêm)
    ” – Professora, não tem ali um c a mais?”
    A boca sabe a sangue… É como se estivesse rodeada de fogo, de tal forma abomino o “aborto ortográfico”! À minha volta, havia energúmenos que queriam empurrar aquele lixo logo na 1ª semana, mas eu opus-me. Tenho sido crucificada e, sempre que toco no assunto entre colegas, passo a ter lepra e fico a falar sozinha, de tal forma TODOS têm um medo que nunca vi antes. Odeio este país, odeio esta bandeira, odeio este povo. Gostava, isso sim, da Língua-mãe. Era estar em casa. Lembro-me daqueles que, por terem tido AVC ou doença degenerativa, já não sabem onde moram. Eu já não sei a que chame Pátria… Eu JÁ NÃO SEI ESCREVER… EU! Não sei que língua é aquela. Não compro livros editados após 2009, não os leio, nem compro jornais, nem vejo a RTP, nem leio os textos de que gostava na net… Não há palavras para descrever a minha angústia. É tão patológica a minha aversão como o é em tudo o que faz esta gente poucochinha, execrável, que merece todo o mal que lhe aconteça doravante. Um povo que deixa que lhe saquem o património é amorfo! Párias! Cambada de inúteis! Gado! Este povo é como gado. Fui crucificada, prejudicada pessoal e profissionalmente de forma indelével por dizer sempre o que penso e pensar sempre por mim. É ver-me falar, mesmo que com um sorriso nos lábios e ver os “bufos” e os SS a baixar o olhar, para irem logo a correr contar no Conselho Executivo o “escândalo” que é alguém ainda PENSAR no ensino português e OUSAR fazer perguntas ou fazer sugestões nas reuniõezinhas! É tudo para encher papel. Deus sabe a cruz que trago comigo. O ensino desespera-me, desgosta quem quer que tenha carácter, quem quer que não seja conivente. O que lhes interessa são as grelhazinhas, as “evidências”, a organização de eventos em que são peritos, fazer umas flores, aparecer, despejar as matérias, ignorando o sofrimento que isto também causa aos alunos, interessa é rumar ao excelente, ir ao gabinete das chefias engraxar, tratar os alunos como se fossem de vidro e colar-lhes à pele muitas mentiras diárias. OS ALUNOS SOFREM com isto, e muito! Quando leio comentários de gente que acusa os anti-acordistas de não aceitarem a mudança, costumo sonhar que tenho aqueles “modernistas” à minha mercê: arrancava-lhes os dentes à chapada, a essa corja infecta que nem merece o chão que pisa! Ala, vão p’ró Brasil! Viver neste país enlouquece. Devagar, muito paulatinamente por vezes e de forma descarada noutras, os pulhas que sentam a parte do corpo com que pensam na Assembleia destruíram tudo. O país “jaz morto e arrefece” e esses Filhos duma Grande Mãe ainda batem em quem já está no chão. Isto não é um país, é uma cloaca! Todos os dias tento não me afundar, mas a vaidade desta gentinha nula, o vazio das conversas, a inveja, a cega meretriz com a qual o Vate fecha o seu épico diz tudo sobre os tortulhos que crescem por tudo quanto é sítio. Isto não é um país, é um proto-qualquer coisa que perdeu a vergonha…
    Tal como a Maria, de bom grado eu deitaria AO LIXO TODOS os livros “AO” que me sujam as estantes de casa. JURO por Deus que já não sei que terra é esta. Apetece-me queimar o meu B.I. de “cidadã nacional”. Cuidado, quando se diz que os professores já “amocharam”. Seja qual for a consequência desta vez (provavelmente, dão-me horário zero e correm comigo do ensino, que foi o que vi acontecer a alguns este ano), eu NUNCA ensinarei aquele aleijão aos meus alunos!
    Ontem, um pequerrucho de 7º ano percebeu-me nas entrelinhas, leu a minha mágoa:
    ” – Que ironia, professora: decidiu começar a leccionar o Acordo após o feriado de 5 de Outubro, justamente a data que nos diz que somos livres de votar e escolher quem nos dignifique…”

    • Maria José Abranches on 2 Outubro, 2011 at 0:34
    • Responder

    A RTP é, em muitos aspectos, um nojo e um ultraje à inteligência e ao bom gosto dos espectadores! Um milhão de euros do Estado por dia, para sustentar tanta mediocridade, “embrulhada” num sempre renovado espalhafato de mau gosto! Veja-se o novo “visual” dos noticiários: o espavento da encenação, a insuportável batida que acompanha o anúncio das principais notícias, os trejeitos e mímicas com que os jornalistas “interpretam” as notícias, passeando-se pelo écran…
    Deviam ter vergonha de propor ao país esse programa sem nível que dá pelo nome de “Bom português”! E deviam “descer à terra” e ouvir os portugueses indignados com esta imposição do AO, em vez de proclamarem mentiras, à espera de que se tornem verdades… A RTP, paga com o nosso dinheiro, não está a cumprir os graves deveres e responsabilidades que são os seus, na preservação, defesa e difusão da nossa cultura e da nossa língua. Se não serve o país, a quem serve então?

  3. O bom português é aquele que todos aprendemos na escola, em que se separa o sujeito do objeto por vírgula. O bom, o antigo. O bom é o antigo. Português e não dos outros países. Esse é que é. Interessa lá se escrevemos bem ou mal a língua: o que é importante é se escrevemos sob as mesmas regras que os brasileiros ou não. Agora ver as regras e o que muda é lá importante; é como pagar impostos; importa lá, se até parece que há outros que não pagam. Este país vai para o fosso e vai, que mais dá. É contrariar por contrariar a ver se ninguém nota que separamos sujeitos de objetos por vírgula. Muito mais importante que escrever objeto com ou sem ‘c’. Enfim, dedicai o tempo que tendes ao que mais importante vos parece.

    • João Ricardo on 2 Outubro, 2011 at 4:57
    • Responder

    Eu ia comentar a notícia, até ter lido a legenda 😛
    Com ela, já nem é preciso comentários…

  4. Este Paulo não se percebe. E nem precisou de vírgula entre o sujeito e o predicado.
    Cumpts.

  5. Entretanto, o Governo anuncia que vai «emagrecer claramente» a RTP, que custa um milhão de euros por dia.

    http://www.publico.pt/Media/governo-diz-que-vai-emagrecer-claramente-a-rtp-1514661

    Estão previstos cerca de 300 despedimentos. Alguma sugestão sobre quem deve ser posto a andar? Se me perguntarem, eu tenho algumas…

    • Rita Guerreiro on 2 Outubro, 2011 at 15:54
    • Responder

    Sou professora de ciências, não tenho “obrigação” de ensinar os alunos a escrever em “abortês”, mas os professores de português não têm grande escolha. Na semana passada estava a escrever o sumário no quadro e ao escrever “actividade”, há um aluno que me diz que tenho um “c” a mais, olhei para o quadro a pensar onde teria escrito letras a mais e percebi o que ele queria dizer, o “c” em actividade! Respondi-lhes, que tanto quanto sabia, até 2015 poderia escrever de qualquer uma das formas, e que só passaria a escrever com o novo acordo quando a isso fosse obrigada. Calei-me e fiquei à espera das críticas dos alunos por estar contra o acordo, em vez disso, recebi palmas! 🙂

  6. Devo dizer, eu sou um grande fã do “Bom Português”. Pelo menos era, até começar a estragar tudo com o “desacordo ortográfico.” E o pior é que o desacordo se está a espalhar! Ele é FOX, as legendas das séries mais recentes são todas com esta m****…
    Isto tem de acabar. Quanto mais rápido, melhor. Eu vejo-me forçado a alterar os sons e algns significados das palavras, para não conseguir absorver o “desacordo.” Por exemplo, “direto” lê-se “dirêcto”, “receção” é aquela cena em que estamos agora, e a minha preferida, “aspeto” é um espeto torto.

  7. Este “acordo” ortografico é das piores coisas que já foram feitas em Portugal. Eu gostaria de saber por que razão tenho de escrever brazileiro… Eu não tenho nada contra brasileiros, nem angolanos, nem ninguém que pertença aos PALOP, simplesmente acho que se eu emigrasse para os EUA, teria de falar inglês, se fosse para a Rússia, teria de falar russo, então por que é que quem vem para cá não fala o nosso português????? Ninguém vê a Espanha a universalisar o castelhano que se fala em Espanha e na Argentina e demais países latinos e todos sabemos que existem diferenças. O mesmo se passa com os países que falam e inglês. Quem se muda é que tem de se adaptar, não quem recebe.

  8. E há mais outra. No caso da relação “Egipto-egipcio”, como o ‘p’ em “Egipto” desaparece, as gerações vindouras peguntar-se-ão de onde vem o ‘p’ em “egipcio.” Estou certo, ou nem por isso?

    • João Ricardo on 2 Outubro, 2011 at 17:27
    • Responder

    Ontem no site de tecnologia pplware (http://pplware.sapo.pt/informacao/nova-ortografia-modo-de-usar) tive o prazer amargo de ver a notícia presente neste link, em que é amplamente divulgado e publicitado mais um dos grandes feitos da Priberam… Mais giro que isso foi ver o meu comentário removido (que obviamente se opunha àquela notícia, entre outras coisas, e publicitava a ILC, convidando até quem se encontrava a favor do acordo a ler o conteúdo da mesma) quando antes de mim outras pessoas já haviam escrito coisas descaradamente mais ofensivas, com palavrões e outras coisas giras que ainda não foram “editadas” na Língua Portuguesa. O que me deixa mais triste é que outros editores do Pplware também fazem questão de deixar a sua posição nos comentários, mostrando uma passividade monstra perante o “aborto”.
    Curiosamente quando submeti o meu comentário até pensei em manter uma cópia, não fossem eles decidir apagar o mesmo, mas achei que com tanta barbaridade já dita antes o meu passaria sem problema. Como enganado me encontrava… então agora submeti outro…

    «Bom, tive o prazer de ver o meu comentário apagado (ou seja, nem sequer publicado)… já agora diziam-me porquê… será que já não se pode discordar activamente sem ser censurado? Bom, ao menos volto aqui a (tentar) publicitar a ILC contra o “acordo” (que de acordância não tem nada) que ainda está a decorrer. Passem por http://ilcao.com/?page_id=92 e leiam o seu conteúdo e se concordarem (que pelo que já li tanto aqui como por toda a Internet são mais os que claramente concordam) assinem-na e juntem-se à causa.

    … será que agora já publicam o meu comentário…? Enfim…»

    O meu comentário aguarda moderação, é o que me dizem… e agora? Será que este já passa pela censura?

    • Manuela Carneiro on 2 Outubro, 2011 at 17:58
    • Responder

    A RTP usa o dinheiro do contribuinte para trair o país.

    • Fernando on 2 Outubro, 2011 at 18:18
    • Responder

    Gostava de saber se alguma editora se vai atrever a publicar Os Lusíadas em “abortês”. E os outros clássicos? O Fernando Pessoa também?

    • João Santos on 2 Outubro, 2011 at 18:53
    • Responder

    E porque não foi referendado? Alguém consultou a opinião pública antes de adoptar esta palhaçada? Ainda por cima, as queixas não são só cá mas também do outro lado do Atlântico. Ainda anteontem vi um filme brasileiro (Tropa de Elite, ou o 1 ou o 2) onde um dos actores pronunciava “facção” com o c antes do ç bem pronunciado e nada mudo. É razão para perguntar… Mas o que é que se está a passar aqui? É que facção passou a ser “fação” (Acordo Ortográfico – As novas regras – todas as palavras que mudam, pag. 41 – e esta nem tem direito a “ou”: mudou mesmo), à rebelia, parece, de gregos e troianos.

    • Luís Ferreira on 2 Outubro, 2011 at 23:04
    • Responder

    Fernando,

    ainda tem dúvidas que isso vai acontecer?

    • João Ricardo on 3 Outubro, 2011 at 0:35
    • Responder

    É só para dizer que o meu comentário no Pplware foi novamente censurado e já lá não está. Que maravilha… Devo ter ferido alguma susceptibilidade (com P).

    E João Santos, não for referendado pela mesma razão que os partidos de direita queriam e exigiam a pés juntos que se fizesse um referendo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo: já se sabia de antemão o resultado, que por sinal, no caso do “aborto ortográfico” não ia a favor do que eles queriam.

    • Miguel Rodrigues on 3 Outubro, 2011 at 11:29
    • Responder

    Apenas mais um pouco de lavagem cerebral. Nada de novo, no mundo da informação.

    • Maria José Abranches on 3 Outubro, 2011 at 16:05
    • Responder

    Na minha qualidade de cidadã portuguesa e de professora de Português (e Francês) quero exprimir aqui, publicamente, a minha firme solidariedade para com os meus colegas que “ousam” pensar pela própria cabeça e que conhecem o valor inalienável da nossa língua, como aliás da língua de qualquer povo! Comoveu-me a vibrante indignação da colega Maria Oliveira, a quem agradeço, pela difícil coragem de que dá provas. Outros professores se vão também aqui manifestando, o que significa que ainda há esperança de podermos vir a ser o tal país “limpo” e “decente”.
    Sei que os professores estão agora na primeira linha deste duro e longo combate, mais difícil ainda pela eventual persistência de comportamentos “pidescos” atávicos, mas também sei que há alunos e pais susceptíveis de “acordar” para a luta. Tenho andado por aí a recolher assinaturas para a ILC e, no geral, os portugueses sentem este AO como uma violência e um ataque à nossa identidade e à nossa soberania. Porque é que muitos “media”, designadamente a RTP, pretendem fazer-nos crer que o AO é inevitável? Também foi a “troika” que o impôs? Ou foram os políticos, eleitos por nós, que nos atraiçoaram? E aqui não há perda de soberania? É a CPLP que decide como devemos escrever a nossa língua?
    Reformada desde 2006, tenho procurado por todos os meios ao meu alcance denunciar este AO, como podem ver através deste mesmo sítio da ILC, iniciativa a que aderi de alma e coração, assim que dela tive conhecimento, através do jornal “Público” (que aproveito para louvar pela sua posição editorial contra o AO). Aos colegas que continuam em actividade, todo o meu apoio e admiração pela coragem de que vão necessitar!

    • João Santos on 4 Outubro, 2011 at 13:04
    • Responder

    Sei que como indivíduo, só, nada posso fazer. Aos professores de Lingua Portuguesa (embora cada vez menos portuguesa) que conheço, parece que lhes é imposto, ponto final, e acabam por aceitar as regras (que remédio) com base na justificação de que a língua sofre evoluções. Concordo perfeitamente que a língua sofra evoluções ou alterações. Mas é a língua que deve evoluir, e não alguém fazê-la evoluir numa direcção não-natural, confusa a atabalhoada. Eu por mim, nos anos que me restarem (espero que muitos, ainda), escreverei português como me ensinaram. Em documentos oficiais escritos em português (entristece-me dizer isto mas “felizmente” a maior parte do que escrevo é em inglês), quando tiver que ser, o que farei será evitar ao máximo as palavras que foram alteradas, o que até nem é, muitas vezes, difícil. Sugiro que todos façam o mesmo. Gostava por último de perguntar se alguém conhece algum método de fazer voltar para trás todo este triste processo.

  9. Olá, eu sou brasileira e com muito orgulho!
    Também eu , como muitos que aqui se encontram, sou contra o novo acordo, porém não creio que isso seja motivo para destratar ou falar mal de brasileiros!
    Aliás nós não queriamos este acordo, pois assim como todos vocês, isso muda a nossa maneira de falar!!!
    Em um artigo qualquer (que neste exato momento não me recordo de que site), lí quem dissese que nós brasileiros não sabemos falar ou que temos preguiça de pronunciar as palavras. Bem; tal qual como vocês, temos o nosso sotaque, nossa maneira de expressão e adoraria ser respeitada por isso, acho que indigno é repudiar um povo pela maneira como ele fala!!!
    É tão fácil falar mal de um povo…
    Talvez todos que estão a culpar os brasileiros, e que acham que nós ganhamos com isso; deveria ler ou prestar muito atenção ao novo AO, afinal os dois lados estão a perder!!!

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