O “ténico” “elipsou-se” na “tenologia”

tenico

«Ténico azul e branco preparado para perder Jackson Martinez»
RTP – vídeos SAPO


elipsou_se

«Em alguns países, elipsou-se o entusiasmo popular usado em 1951 para promover os “povos da Europa”
jornal “Correio do Minho”


tenologia

«tenologia – Portugal – 5 anúncios»

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2 comentários

    • Fábio Camargo on 23 Janeiro, 2015 at 23:11
    • Responder

    Já morei em Portugal muitos anos, entre 1988/93, e acho que este acordo ortográfico foi feito muito às pressas e confuso. Ontem (23/01) li no DN uma notícia e encontrei a palavra “receção”. Fiquei espantado!! Antes era “recepção”!! Aqui no Brasil ainda escrevemos “recepção”, sem excluir o “p” mudo. Recessão econômica continua do mesmo jeito. Vi uns exemplos que deram, como “ténico”, “tenologia” e aqui continuamos a escrever “técnico”, “tecnologia” etc. Não escrevemos mais “actriz”, “facto” e por aí vai. Mas com estas mudanças logo seremos duas línguas diferentes!! O que foi pensado para facilitar (ou melhorar??) a escrita, pelo jeito vai complicar ainda mais. Triste isso!! Ainda mais que certas palavras já estão arraigadas nos dois países que ninguém vai mudar “auto-carro” por “ônibus”, “rés-do-chão” por “térreo”, “casa de banho” por “banheiro”.

    • Rui Valente on 24 Janeiro, 2015 at 2:09
    • Responder

    As criticas ao AO90 remontam… a 1990, pois claro. Mas nem as vozes mais avisadas imaginariam tamanho descalabro. Esta série de artigos que a ILC tem vindo a publicar é simplesmente aterradora e bastaria, por si só, para enterrar de vez o Acordo Ortográfico. A enxurrada de erros é de tal modo avassaladora que impede as habituais desculpas acordistas: “ah, e tal, foi uma gralha, foi um caso pontual, não há constrangimentos, tudo corre bem”. O período de transição ainda não acabou e o AO está longe de ser utilizado por toda a sociedade portuguesa. Mas as pessoas e as instituições que o utilizam são suficientes para demonstrar que o AO nivela por baixo, sanciona o facilitismo, abre a porta ao caos. Quem alertou para os efeitos nefastos do AO só pecou por defeito.

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