Uma entrevista sobre o “acordo ortográfico”

[Nota prévia:

Não nos revemos em algumas das opiniões expressadas pelo entrevistado, nem no “timing” e nos métodos das acções que em função dessas opiniões o mesmo advoga no âmbito da luta contra o “acordo ortográfico”.

Agradecemos, no entanto, a referência que aquele subscritor faz à nossa iniciativa.]

Nota posterior (18.08.12): o conteúdo deste “post” foi apagado a pedido do entrevistado.


“O Acordo Ortográfico é inconstitucional”

Duarte Branquinho

Nota posterior (18.08.12): o conteúdo deste “post” foi apagado a pedido do entrevistado.

In semanário “O Diabo” de 14.08.12.

[Nota: os conteúdos publicados na imprensa ou divulgados mediaticamente que de alguma forma digam respeito ao “acordo ortográfico” são, por regra e por inerência, transcritos no site da ILC já que a ela dizem respeito (quando dizem ou se dizem) e são por definição de interesse público (quando são ou se são).]

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11 comentários

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    • Pedro on 15 Agosto, 2012 at 19:11

    Boa tarde. Gostaria de pedir que o site identificasse quais são as opiniões “expressadas” (sic) pelo entrevistado em que o vosso painel de colaboradores não se revê e qual o “timing” e os métodos das acções que aconselhariam (presumo que se trate de objecções jurídicas, pois é esse o âmbito da entrevista). Isto para bem do esclarecimento de quem vos lê e da causa que muitos defendem (tal como eu, por exemplo). O seu a seu dono e, já que estamos a tentar defender a nossa Língua, chamo a atenção para a forma regular do particípio passado (“expressado”), conjugada com o verbo ser, que, embora não surja explicitamente na frase, está sub-entendido – “foram expressadas” soa mal não acham? a forma correcta seria “expressas”, como, aliás, poderá ser confirmado na seguinte página: http://www.ciberduvidas.pt/pergunta.php?id=30767. Cumprimentos

    1. Da sua “lição” de Português tomámos a devida nota. Quando quiser fazer (ou dizer) alguma coisa de útil, queira identificar-se com algo mais do que “linha amarela”. Não falamos com linhas.

  1. A remissão do leitor Pedro para as Ciberdúvidas foi para quê? Para lermos lá alguma «frase activa» que cheira bem pior do que o português aqui exprimido?
    Tenha dó! Assine a I.L.C. se lhe apraz, que é o que o devia mover até aqui.
    Cumpts.

  2. Caro amigo, quando surge publicamente um trabalho tão bem fundamentado (para uma leitora “leiga” como eu, assim parece) qualquer pedido de esclarecimento é muito oportuno. Se de momento ainda não existe no site um esclarecimento sobre as irregularidades legais da implementação deste “acordo”, não lhe parece que seria também oportuno criar-se esse tópico, seja com a coadjuvação de um jurista como o Dr. Ivo, seja com a de outros que a tal se disponibilizassem. É que, a partir de hoje, essa lacuna passa a contar no site ILC de uma outra forma, sendo provado que é possível recorrer a um vasto campo de contestações jurídicas, que cosntituem mais um sério complemento de argumentação para os anti-acordistas. A aproximação e cruzamento de tantos colaboradores para a causa é um factor de enriquecimento.

    1. Não leu a “exposição de motivos” da ILC, portanto, nem leu os conteúdos deste site, pelos vistos. É pena. Não fazemos nós outra coisa, desde o início (ou seja, desde Abril de 2010, note, e não desde Março de 2012), do que expor – de todas as maneiras e feitios – as ilegalidades e as inconstitucionalidades do AO90. E estamos (está a Causa, não apenas a ILC) muitíssimo bem servidos de juristas, felizmente, também desde o início desta luta; os recém-chegados são bem vindos, pois claro, mas apenas nessa condição, pelo menos até que produzam algo de realmente novo.

    • Pedro on 15 Agosto, 2012 at 22:43

    Pedro Miguel dos Santos Silva, um criado ao seu dispor. Já agora, aproveito para dizer que não espero fazer (ou dizer) alguma coisa “de” útil, mas sim fazer (ou dizer) alguma coisa útil, como, aliás, é habito meu. Espero que o seu esclarecimento à pergunta que fiz sobre a “nota prévia” (agora sem subterfúgios) seja útil também.

    1. Ena, mais uma “lição” de Português! Sim senhor! Muito obrigadinho (citando Saramago).

  3. Peço desculpa se não me expressei de forma rigorosa (são temas em que me sinto pouco esclarecida). O texto da ILC com os motivos de contestação ao AO90 não inclui, por exemplo a Resolução de Conselho de Ministros de 2011 e ao referir-se à reclamação de Inconstitucionalidade só se refere como algo de que já se terá perdido a oportunidade. Continuo a crer que estes contributos da atitude acutilante do Dr. Ivo mereciam um destaque especial no site.

    1. Não, repito. Não, de todo. Estamos “fartos” de dizer rigorosamente as mesmas coisas, há anos. Essas “coisas” não nos ocorreram só agora, assim de repente. O texto da ILC não refere a RCM 8/2011 por um motivo bem simples e prosaico: foi escrito antes disso (como é evidente). E a dita RCM é um “sub-produto” (uma consequência, em suma) da RAR 35/2008, logo, torna-se aquela irrelevante (e nula) se for revogada esta. Existem neste site os textos mais do que suficientes dos juristas mais do que avalizados para os fins em vista. Não há absolutamente nada de novo, há muito tempo, em qualquer das emulações subsequentes.

      P.S.: este não é o local mais adequado para estabelecer “diálogos”; isto não é um “mural” e muito menos é um “chat”. O “site” da ILC é um local de propaganda à dita ILC e nada mais. Se e/ou quando quiser, ao dispor, envie-me uma mensagem de email, terei o maior prazer em dialogar consigo.

    • Maria do Carmo Vieira on 16 Agosto, 2012 at 11:53

    Era muito gratificante que em nome da Língua Portuguesa e da ILC soubéssemos ouvir e juntássemos os esforços de todos para atingir as 35 mil assinaturas necessárias. Creio também que todas as iniciativas que surgirem contra este AO serão bem-vindas, provando que a Resistência a este AO é imensa e simultaneamente diversa, sem necessidade de conflitos, no fundo, aquilo que os que os acordistas desejam.

    • Manuel Pessôa-Lopes on 16 Agosto, 2012 at 17:16

    Estou de acordo com o observado pela professora Maria do Carmo Vieira.

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