Estudantes de Engenharia Civil rejeitam (por maioria esmagadora) o AO90

O Fórum Civil decidiu hoje em Assembleia Geral rejeitar o Acordo Ortográfico de 1990 em todos os documentos e comunicados oficiais da associação. A moção foi aprovada por 29 votos a favor, 2 contra e 1 abstenção.

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6 comentários

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    • Inspector jaap on 31 Outubro, 2012 at 16:24
    • Responder

    Os meus parabéns a esta pequena mas briosa “Ala dos Namorados” da cultura; assim não perco, pelo menos para já, a Fé!
    Cumpts

    • Hugo X. Paiva on 31 Outubro, 2012 at 17:48
    • Responder

    Que a iniciativa não se fique pelo Tecnico, nem só pelos alunos.
    Isto é o que se chama fazer obra.

    • Ines Neves on 1 Novembro, 2012 at 1:33
    • Responder

    Apenas uma palavra: BRAVO!!!!!!!!! 🙂

    • Maria Oliveira on 1 Novembro, 2012 at 14:56
    • Responder

    Aí, carago! Esmaguem o lacrau com nome de estudo científico falhado (AO90)! Juventude de pÊlo na venta, sangue na guelra, havemos de os vencer nem que seja à pazada, ao coice, à lapada, como outro matava os porcos! Não há-de ser o triunfo deles!

    • Pedro Marques on 1 Novembro, 2012 at 16:23
    • Responder

    Pois, isso tem de acontecer Maria, mas também temos de mudar os hábitos dos portugueses. Há tanta gente a escrever com o acordo que até mete arrepios.

    • Acácia on 1 Novembro, 2012 at 20:29
    • Responder

    Parabéns Juventude!
    Aviva-se a confiança dos defensores de já tão penalizada Língua Portuguesa. São os estrangeirismos no sítio onde foi rejeitada uma palavra portuguesa. São os maneirismos, os trejeitos anedóticos, a afectação fonética.
    Este é o tempo de revelar o que está escondido atrás da doença das palavras, que ditos negócios engendraram e, apressada e cegamente, porque estão cheios de medo, querem mutilar o mais possível, no menor tempo possível. Estão em todo lado. Impossível pesquisar na Internet!
    É um cansaço ver a escrita cheia de erros patéticos. É patética a RTP, que diz ser pública. É ridícula a história do “bom português”. É já ridículo ouvir, e num colóquio: “interativo”, palavra várias vezes repetida. O “a” átono suando quase mudo. Uma lástima!
    Mas deixemos estas evidências! Vamos em frente! Força! Não tenham medo! Neste sítio, e fora, há milhares de portugueses acordados à vossa espera. O mundo quer, aliás, precisa de gente que não se deixe corromper, que não aceite regalias que não mereça, só para ficar inerte. Isso foi/é ainda do mundo velho. Mostrem aos “decisores” eleitos que sabem ler, analisar, reflectir e prever o futuro – que já é presente.
    Os mais velhos necessitam da vossa Energia. Os mais novos necessitam da Sabedoria dos mais velhos. Estamos unidos pelo Português.
    Peçam ajuda para que nenhum dos argumentos vendidos no pacote, que iludiu os distraídos, os tire da vossa/nossa verdade e convicção.
    Digam em alta voz que tiveram familiares e adultos que os fizeram entender que a maior riqueza é conhecer o passado para perceber o presente e antever o futuro.
    Afirmem que leram os textos dos programas, aqueles que foram colocados como facultativos porque lê-los seria adquirir-se um saber mesmo inconveniente.
    Proclamem que conseguiram escapar dos esquemas programáticos, desde os anos 80, que eram / são pautados pela política de “coitadinhos dos alunos. Eles não conseguem entender, têm que se descer o nível de exigência, outra vez”.
    Estes estudantes, que não aceitaram ser tratados como deficientes, conforme intenções programadas, porque tiveram ajuda na hora certa, têm as mentes despertas e vão longe.
    Basta assumirem a mais nobre atitude da actualidade: defender a pobre Língua Materna.
    Entrem em cena, afirmem-se como personagens inteiras. Peçam apoio aos mais velhos, aos que conhecem, mais profundamente, causas e efeitos.
    Votos de que estes alunos construam, com base na estrutura do efeito dominó, ou do efeito borboleta, a ponte que conduza à punição dos matricidas – os que mutilam a Língua Mãe.
    A caneta que o Presidente da República usou para assinar o ilegítimo papel ainda será usada para repor a justiça – uma das funções.
    Cumprimentos

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