Teresa Salema subscreveu a ILC

Teresa Salema (nome literário de Teresa Maria Loureiro Rodrigues Cadete) nasceu em Lisboa, em 23 de Outubro de 1947. Concluídos os estudos liceais, partiu para a Alemanha Federal e, posteriormente, para Berlim Ocidental, onde, na Universidade Livre, se licenciou em Estudos Germanísticos, Ciências Políticas e Ciências da Comunicação. É actualmente Assistente de Cultura Alemã na Faculdade de Letras de Lisboa.

Para além de diversos textos científicos na área da sua especialidade, publicou anteriormente “Entre Dois Países”, 1978, (sob o nome de Teresa Rodrigues Cadete) e “Nós. Outros”, 1979, (em colaboração com Casimiro de Brito).

Educação e Memória de André Maria S. – obteve em 1981 o Prémio de Ficção de Originais Portugueses instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio do Instituto Português do Livro, sendo o respectivo júri constituído por Augusto Abelaira, José Palla e Carmo e Manuel Frias Martins.

Sobre o “acordo ortográfico” (im)propriamente dito, Teresa Salema deixou-nos um comentário neste mesmo site:

«Será a falta de educação musical obrigatória que torna tantas pessoas indiferentes a esta hecatombe das nossas raízes comuns europeias? Ficaremos à deriva no meio do oceano, do lado de fora de um Brasil que não pediu nada disto e ignorando a dignidade dos nossos irmãos africanos? Temos o direito à diferença, à plasticidade da nossa língua. A pretexto de terem uma aprendizagem facilitada, os miúdos na escola não verão dificultada a aprendizagem de outras línguas de raiz indo-europeia??? Subscrevi a iniciativa em nome da preservação do nosso mais precioso instrumento comunicativo.»

Subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do “acordo ortográfico”.

Este é mais um perfil publicado na “galeria” de subscritores, activistas e apoiantes da ILC pela revogação do “acordo ortográfico”.

Nota: esta publicação foi autorizada pela subscritora.

[Nota biográfica transcrita de http://www.mulheres-ps20.ipp.pt/Teresa_Salema.htm#Biografia. Foto de http://www.internationalpencongress2011.com/centri.php?id=36]

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3 comentários

  1. Falta ouvido para a música e a cantiga de que o latim não faz falta, é velho. Há-de isto dar com o português numa amálgama cada vez mais crioula. Alguém duvida?
    Cumpts.

    • Inspector Jaap on 16 Janeiro, 2012 at 23:24
    • Responder

    Mais uma geração destas alimárias, e os nossos vindouros estarão a grunhir… ou lá perto.
    Cumpts

  2. Ó vã despersonalização do nosso Querido Idioma! Quando é que esta Vã Glória de mandar vai mandada a tribunal?
    O humor já não resolve, mas são tantas as fealdades feitas ao Português que, tratadas por um grande encenador humorista, seria capaz de ridicularizar, numa tragicomédia em vários actos, os iluminados autores que levaram anos luxuosos num trabalho fantástico=que só tem existência na imaginação, em que figuram fantasmas.

    Como iremos ficar neste exemplo: Ontem falamos nesses assunto. Hoje falamos outra vez nisso. Será que vamos anular o passado ou o presente?
    E será que o carro para sempre para as patinhos passarem?

    Quanto à nova terminologia? Fico com náuseas. Acabo de verificar que na frase
    “O Luís mora em Lisboa” O Compl. circunstancial de Lugar “onde” se denominará Complemento oblíquo. Estou perplexa, passe a minha ignorância… mas garanto que o lugar onde o Luís mora não é torto, nem malicioso. Nem a rua tem nada a ver com ângulos. Além de que o meu pai se chamava Luís, já abandonou o corpo físico e eu não gostei nada deste triste e oblíquo exemplo, apresentado num livrinho que ensina como finalmente a aprendizagem do Português vai ser um êxito. Socorro! Navegamos!
    Ah! na frase “O Luís estuda em Lisboa” [de novo o meu pai] o “onde” só se denomina “modificador” Será que os fluídos do meu pai me podem ajudar nesta confusão?

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