"As sondagens valem o que valem…"

Póvoa Semanário Online (a decorrer)

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BBC Brasil (19.03.09)

Guilherme Monteiro (sem data)

Lucky Polls (sem autor, sem data)

IOL (sem data)

Observatório do Algarve (12.02.10)

Correio da Manhã (citado por Blogtailors, 19.03.09)

Notas
1. Estes são apenas alguns exemplos de inquéritos e sondagens sobre o “acordo ortográfico” disponíveis na Internet. Foram verificados muitos outros e EM NENHUM os “SIM” ao dito “acordo” ultrapassam os “NÃO”.
2. Se houver UM ÚNICO inquérito minimamente credível em que a rejeição seja inferior à aceitação do “acordo”, pois com certeza, publicar-se-á também aqui mesmo.

Cá esperamos então por isso. Sentados.

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7 comentários

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    • Pedro Fernandes on 27 Setembro, 2011 at 12:59
    • Responder

    Palavras para quê? basta referir também as várias sondagens e páginas existentes nas redes sociais em que se mostra claramente que as pessoas não querem, não precisam deste aborto ortográfico.

    • Luís Ferreira on 27 Setembro, 2011 at 19:04
    • Responder

    Aparentemente as pessoas não gostam, não querem, mas não são capazes de assinar um papel e enviar pelo correio ou, mais simples ainda, fazer um varrimento óptico do documento e enviar pelo correio electrónico. Fico impressionado quando penso em nós. Não somos um povo, somos uma mera população que ocupa um território. Lamentável!

    • Alexandre on 27 Setembro, 2011 at 23:37
    • Responder

    Realmente concordo, Luís. O povo Português já não tem aquela garra que sempre teve. Vivemos sempre à espera de que os outros façam por nós. Mete dó.

    • João Ricardo on 27 Setembro, 2011 at 23:39
    • Responder

    É *exactamente* por esta razão que não se fez referendo nenhum. Aliás, é a mesma razão pela qual os partidos de direita exigiam a pés juntos que se fizesse um referendo sobre o casamento homossexual: em ambos os casos já se sabia a resposta ao mesmo. Como sabiam que as pessoas eram contra esse casamento e eles próprios não o queriam, exigiam referendo. Como também sabiam que as pessoas eram contra o Aborto Ortográfico, aqui não o quiseram nem por nada…

    E ainda há quem tenha o descaramento de dizer que não há interesses…

    • Alexandre on 28 Setembro, 2011 at 4:35
    • Responder

    Como é que consegues comparar o casamento homossexual com o aborto ortográfico? O primeiro não te afecta de maneira nenhuma e até é um sinal de que Portugal é um país extremamente avançado no campo dos direitos humanos. Não é justo teres pessoas a votar contra algo que não lhes afecta de maneira alguma.

    Adiante…

    Estas sondagens só provam a ilegalidade do AO! Basta lerem o preâmbulo da constituição:

    “A Assembleia Constituinte afirma a decisão do povo português de defender a independência nacional, de garantir os direitos fundamentais dos cidadãos, de estabelecer os princípios basilares da democracia, de assegurar o primado do Estado de Direito democrático e de abrir caminho para uma sociedade socialista, NO RESPEITO DA VONTADE DO POVO PORTUGUÊS, tendo em vista a construção de um país mais livre, mais justo e mais fraterno.”

    • João Ricardo on 4 Outubro, 2011 at 1:51
    • Responder

    Eu não comparei o casamento homossexual ao aborto ortográfico, mas sim a razão pela qual nenhum dos dois foi referendado…

    Nota: E fiquei contentíssimo por o casamento não ter sido referendado, pois ao contrário do que está no comentário acima, Portugal NÃO é um país extremamente avançado no campo dos direitos humanos, pois, tal como disse antes, é exactamente essa a razão pela qual os partidos de direita queriam o referendo sobre o casamento; sabiam de antemão que a maioria dos portugueses votaria contra

    • João Santos on 4 Outubro, 2011 at 14:32
    • Responder

    Há neste inquérito algo que me intriga: 31,4 % nunca ouviu falar do acordo ortográfico. Logo, estes 31.4 % não deveriam ter opinião quanto à sua posição. Pelo contrário, os que não têm opinião, não sabem nem respondem, são apenas 12.6 %. Ou seja, a menos que se tenham inteirado durante o inquérito sobre o acordo ortográfico e todas as suas implicações (do tipo iluminação repentina), de forma a passarem a ter opinião, é perfeitamente possivel a seguinte situação: “O quê? Acordo Ortográfico? Não conheço nem nunca ouvi falar. Se sou contra ou a favor? Claro que sou a favor”. (????)

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